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O campus onde fica a sede da Microsoft em Redmond é enorme! Com 125 edifícios e muito espaço ao ar livre, são inúmeros escritórios, espaços para eventos, áreas para lazer, restaurantes e muito mais. Tem, inclusive, um lugar para quem não é funcionário conhecer: o Centro de Visitantes da Microsoft.

O espaço é incrível, literalmente, um mergulho no mundo Microsoft!

Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond
Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond

Aqui você conhece um pouco do passado, presente e futuro da empresa. E ainda tem uma loja fantástica, cheia de produtos exclusivos. Sem falar que é lindo, meio higt tech, sabe?

É um passeio muito legal, principalmente para quem é meio “nerd” ou gosta de acompanhar o que as empresas de tecnologia da informação andam “aprontando”. Vale a pena conhecer!

Eu, que não sou nem uma coisa nem outra, adoro essa visita. Sempre dou um pulinho por aqui para ver as novidades (e comprar umas coisinhas também). Meu marido, então, nem se fala! Falou em visitar o Centro de Visitantes da Microsoft ele está dentro. 🙋‍♂️

Tudo bem, somos suspeitos, afinal meu irmão e minha cunhada trabalham na Microsoft… De alguma forma isso deve influenciar, né!!!

Sede da Microsoft em Redmond

Redmond fica na região leste da área metropolitana de Seattle, a uns 20km do centro da cidade. É uma cidadezinha pequena, com cara de interior. Uma gracinha!

Tem um centrinho mais “denso” de comércio, muitas casas, poucos prédios (baixos, de 3 a 5 andares) e Microsoft, muitos prédios da Microsoft! Num deles fica o Microsoft Visitor Center.

Num post anterior eu falo um pouco mais sobre esse campus de Redmond, caso queira ver: Sede da Microsoft.

Centro de Visitantes da Microsoft

O Microsoft Visitor Center fica no Edifício 92 do complexo. Vindo de Seattle pela rodovia WA-520E é só pegar a saída da 148th Ave NE em Redmond que o acesso é super tranquilo. Se o trânsito estiver bom, leva uns 20-30 minutos, no máximo.

O prédio é bem interessante, bonito até (lá vem a engenheira que tem dentro de mim se pronunciando… kkkk), e tem estacionamento para visitantes no lado leste do edifício. Normalmente funciona em horário comercial (sugiro conferir no site oficial antes de ir). A entrada é gratuita!

Edifício 92 do campus da Microsoft em Redmond
Edifício 92 do campus da Microsoft em Redmond

O Centro de Visitantes da Microsoft recebe qualquer pessoa. Eles até incentivam as visitas, principalmente por aqueles que se interessam pela tecnologia da Microsoft. Para alunos e professores disponibilizam outros recursos interessantes para aprendizado.

Para pessoas normais e curiosas (como eu), o espaço é bem interessante e me parece inovador. Explora termos “meio futuristas” para mim, como vida conectada, realidade mista e inteligência artificial. Coisas que, pelo menos até agora, não fazem parte do meu mundo… Kkkk.

Não é grande e é bem interativo (era de se esperar, né! Trata-se de uma empresa de tecnologia, afinal). Segundo seu site oficial, aqui você “experimenta o passado, o presente e o futuro da Microsoft”.

Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond
Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond

Passado, presente e futuro da Microsoft

Vou listar agora algumas coisas que eu vi no Centro de Visitantes da Microsoft:

1) Uma pequena exposição de fotos e objetos antigos que conta um pouco da história da empresa, desde seu início como startup de garagem até se tornar uma líder global em tecnologia.

Equipe da Microsoft em 1978
Equipe da Microsoft em 1978

Como exemplo, seguem alguns dos objetos históricos da exposição.

Altair 8800 1º software + código Green-Eye Mouse Protótipo 1º Xbox (forma de X) e edição especial de lançamento

2) Estações de jogo onde você pode experimentar os jogos mais recentes do Xbox. Tem, inclusive um simulador de carro de corrida (chama simulador Forza).

Cabines Xbox do Microsoft Visitor Center em Redmond
Cabines Xbox do Microsoft Visitor Center em Redmond
Simulador Forza
Simulador Forza

3) Telas para você construir no mundo Minecraft.

Mundo Minecraft no Microsoft Visitor Center
Mundo Minecraft no Microsoft Visitor Center

4) Cabine de fotos do LinkedIn.

Cabine LinkedIn do Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond
Cabine LinkedIn do Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond

5) Apresentações e monitores interativos.

Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond
Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond

Esses monitores têm umas coisas bem legais, como simular com que artista você parece e que idade você aparenta, por exemplo!

Microsoft Visitor Center: Celebrity Match
Olha eu no Celebrity Match!

No espaço ainda tem umas mesas destinadas para quem quiser trabalhar num ambiente moderno.

A loja: Microsoft Store

A loja do Centro de Visitantes da Microsoft é incrível!

Aqui você encontra os produtos e tecnologias mais recentes da empresa, incluindo as linhas de produtos Xbox e Surface, por exemplo. São produtos exclusivos que você não consegue em nenhum outro lugar.

Isso sem falar nos brindes como camisetas, canecas, canetas e muito mais. Tudo com a marca da Microsoft.

Microsoft Store do Centro de Visitantes em Redmond
Microsoft Store do Centro de Visitantes em Redmond

Para quem gosta de tecnologia, Seattle é um prato cheio (veja Seattle centro tecnológico). E o Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond é um belo exemplo. Imperdível!

Centro de Visitantes da Microsoft em Redmond

Microsoft Visitor Center
15010 NE 36th Street
Microsoft Campus, Building 92
Redmond, WA 98052
Telefone: 425-703-6214

Site oficial: Site Oficial Microsoft

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Saga Crepúsculo: um tour por Forks, a cidade dos vampiros! https://visiteseattle.com/saga-crepusculo-um-tour-por-forks-a-cidade-dos-vampiros/ https://visiteseattle.com/saga-crepusculo-um-tour-por-forks-a-cidade-dos-vampiros/#comments Fri, 13 Mar 2020 18:45:09 +0000 https://visiteseattle.com/?p=8679 Pense numa cidade pequena, tranquila, chuvosa, perdida no meio do mato, longe de tudo, quase no fim do mundo. Prazer em conhecer, Forks! A cidade dos vampiros e lobisomens da Saga Crepúsculo existe de verdade [...]

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Pense numa cidade pequena, tranquila, chuvosa, perdida no meio do mato, longe de tudo, quase no fim do mundo. Prazer em conhecer, Forks! A cidade dos vampiros e lobisomens da Saga Crepúsculo existe de verdade e eu fui lá conhecer numa das minhas idas a Seattle.

Vamos de turismo vampiresco? 🧛‍♂️🧛‍♀️🧛

Forks: a cidade da Saga Crepúsculo
Forks: a cidade da Saga Crepúsculo

Já falei em outros posts que tenho uma quedinha por “romances teens”! E desde que eu conheço a estória de amor de Isabella Swan e Edward Cullen tive vontade de visitar essa pacata cidade do estado de Washington!

Sorte minha, ela fica para as bandas de Seattle (cerca de 230km de Seattle num percurso por terra e água). Adorei a experiência e vou contar tudo para vocês aqui! Foi uma viagem maravilhosa de um final de semana bem diferente de tudo que eu já havia feito.

Forks da vida real

Forks da vida real é uma típica cidade americana de passagem, cresceu às margens de uma rodovia (US-101). Muito tranquila e MUITO pequena; sua população não chega a 4.000 habitantes. Sua rua principal inteira não deve ter mais de 4 cruzamentos com semáforos. Sem brincadeira!

Rua principal de Forks, WA
Rua principal da cidade de Forks, WA

Fica numa região de beleza natural exuberante no meio do Olympic National Park, na Península Olympic, cercada por floresta e perto do Oceano Pacífico. É uma das poucas cidades existentes na região e, por isso mesmo, recebe muitos turistas do parque!

Mas ficou famosa e entrou no mapa depois de ser cenário da Saga Crepúsculo, da autora Stephenie Meyer. Tornou-se um verdadeiro local de peregrinação para os apaixonados pela saga. A cidade, que já viveu da indústria madeireira, deve viver hoje desse turismo vampiresco!!!

Forks da Saga Crepúsculo

A estória de Bella e Edward nasceu de um sonho que a Stephenie Meyer teve. – Um sonho!!! Nele, duas pessoas conversavam no meio de uma floresta. Uma das pessoas era uma garota comum, mas a outra era extremamente bonita e brilhante; um vampiro! Eles discutiam as dificuldades de estarem apaixonados. – Acho que conhecemos bem essa estória…

Segundo a autora, foi um sonho surpreendente: como assim, vampiro? Ela nunca havia pensado em vampiros… chegou, inclusive, a dizer: “Não escolhi os vampiros. Eles me escolheram“!

Mas foi assim que tudo começou… E para ambientar o romance, ela precisava de um lugar ridiculamente chuvoso! Deu um “google” e achou a Península Olympic como o lugar com mais chuvas nos EUA. Daí para chegar em Forks é um pulo!

Tal como está descrito nos livros: Forks é uma cidade pequena, fora do caminho, cercada por florestas, muito úmida (chove ao longo do ano inteiro) e cinzenta (sua grande nebulosidade impede que os raios solares cheguem à superfície).

Perfeita para lar de vampiros!

Estrada nos arredores de Forks
Estrada nos arredores de Forks

Forks por Stephenie Meyer

Li uns depoimentos da Stephenie Meyer em seu site oficial onde ela explica tudo isso direitinho. É muito interessante ver Forks pelos olhos da autora e captar o motivo (ou motivos) exato dela ter escolhido Forks. Traduzi alguns trechos, caso queiram ler é só clicar aí abaixo.

Por que Forks?

Fonte: depoimentos da Stephenie Meyer em seu site oficial (stepheniemeyer.com)

Como tudo começou

“Acordei (naquele dia 2 de junho de 2003) de um sonho muito vívido. No meu sonho, duas pessoas estavam tendo uma conversa intensa em um prado na floresta. Uma dessas pessoas era apenas uma garota comum. A outra pessoa era fantasticamente bonita e brilhante, um vampiro. Eles estavam discutindo as dificuldades inerentes aos fatos de que A) estavam se apaixonando enquanto B) o vampiro estava particularmente atraído pelo cheiro do sangue da garota, e estava tendo dificuldades para se impedir de matá-la… Fiquei tão intrigada com a história do casal sem nome que odiei a ideia de esquecê-la; era o tipo de sonho que faz você querer ligar para sua amiga e contá-lo com uma descrição detalhada…

A partir daí, não se passou um dia em que eu não escrevi nada… Comecei da cena no prado e escrevi até o fim. Depois voltei ao começo e escrevi até as peças coincidirem…

O cenário ideal

Para o meu cenário, eu sabia que precisava de um lugar ridiculamente chuvoso. Fui para o Google, como faço para todas as minhas necessidades de pesquisa, e procurei o local com mais chuvas nos EUA. Acabou sendo a Península Olympic no estado de Washington. Peguei mapas da área e os estudei, procurando algo pequeno, fora do caminho, cercado por florestas… E ali, exatamente onde eu queria que fosse, havia uma pequena cidade chamada “Forks”. Não poderia ter sido mais perfeito se eu mesma tivesse nomeado. Fiz uma pesquisa de imagens do Google na área e, se o nome não tivesse me comprado, as lindas fotografias o teriam feito… Ao pesquisar Forks, descobri a Reserva La Push, lar da tribo Quileute. A história do Quileute é fascinante e alguns membros fictícios da tribo rapidamente se tornaram intrínsecos à minha história.

Forks pessoalmente

No verão de 2004, fui até Forks para conferir; foi a primeira vez que estive em qualquer parte de Washington… Voamos de Seattle para Port Angeles em um avião pequeno (“puddle jumper”) e depois alugamos um carro e fizemos o trajeto até Forks. Quando deixamos Seattle, fiquei com medo de ficar desapontada. Minha Forks se tornou um lugar tão real na minha cabeça que eu tinha certeza de que a realidade teria algum tipo de diferença chocante. Talvez não parecesse com as fotos, ou talvez houvesse uma falha tão grande que tornaria minha história impossível naquele cenário. Mas, quando voamos, descendo as colinas densamente verdes com as incríveis Montanhas Cascades tocando as nuvens ao sul, eu parei de me preocupar.

Claro que estava chovendo quando pousamos. Choveu nos dois dias em que estivemos em Port Angeles. No entanto, o sol brilhou o tempo todo em que estivemos em Forks. Ainda não tenho certeza se esse foi um bom ou mau presságio. Todos os habitantes locais com quem falamos comentaram nossa rara sorte.

Forks Real x Minha Forks

Estar em Forks foi a experiência mais incrível. Havia algumas pequenas diferenças: a presença da extração de madeira era muito mais evidente do que eu imaginara… e estava ensolarado, como mencionei. Tirando isso, era assustadoramente semelhante às minhas imaginações. Andamos pela rua principal, fizemos compras no Thriftway (eu ainda tenho esse recibo!), dirigimos pelas ruas laterais até encontrarmos uma casa que poderia ser a de Charlie e, em seguida, virando o carro apenas para encontrar um caminhão Chevy dos anos cinquenta, vermelho e batido, estacionado do outro lado da estrada… A palavra surreal é usada em demasia, mas era realmente como andar dentro de um sonho. Passamos meio dia em La Push, e isso foi ainda mais estranho. Ao contrário de Forks, não havia diferenças entre a minha La Push imaginária e a real. Passei a manhã esperando a cada minuto que virássemos uma esquina e topássemos com Jacob Black.”

Forks da Saga Crepúsculo: livros x filmes 

Antes de começar a viagem, um aviso: não espere ir até Forks e encontrar a cidade idêntica ao que viu nas telas dos cinemas! A história da Saga Crepúsculo dos livros de Stephenie Meyer tem sim a  Forks real como cenário, mas os filmes não foram gravados por aqui.

A maioria das locações dos filmes fica no Óregon e no Canadá. Portanto, nosso tour por Forks é pelos lugares da história original dos livros, ok?

A caminho de Forks

A Península Olympic fica a oeste de Seattle, do outro lado da enseada Puget Sound. Portanto, se você quiser ir para Forks num percurso todo por terra tem que contornar a baía pelo sul. É um trajeto mais comprido (350km), mas que gasta praticamente o mesmo tempo do trajeto mais curto (230km) que tem um trecho de balsa.

Fiz a viagem de carro. Fomos em dois carros, duas famílias: a minha e a de meu irmão. Não sei se tem como chegar lá usando só transporte público…

Na ida fomos pelo trajeto todo por terra firme 🚗(meu irmão não gosta muito de ferry, talvez por causa da resenha do embarque e desembarque). É um trajeto que vai para o sul, passa por Tacoma e Olympia (capital do estado), entra para oeste na Península Olympic e segue para o norte até Forks.

Fizemos o percurso em 4 horas de carro direto.

Trajeto Seattle-Forks por terra via I-5 S e US-101 N
Trajeto Seattle-Forks por terra via I-5 S e US-101 N

Na volta contornamos o Olympic National Park por cima, a maior parte do trecho por terra firme 🚗, mas a travessia da baía por balsa ⛴. Nesse trajeto passamos por Port Angeles e pegamos o ferry de Kingston para Edmonds, que fica a uns 27km ao norte de Seattle.

Gastamos umas 6 horas de viagem, pois paramos em Port Angeles para conhecer e almoçar.

Trajeto Forks-Seattle por terra e água via Port Angeles e ferry de Kingston para Edmonds
Trajeto Forks-Seattle por terra e água via Port Angeles e ferry de Kingston para Edmonds

Aqui vai minha primeira dica da viagem: faça pelo menos um dos trechos de balsa! O passeio no ferry é muito legal e diferente para quem nunca fez. Vale a pena passar por essa experiência. Mais para frente vou postar umas fotos para vocês verem como é legal!

A estrada Seattle-Forks é uma atração a parte!

Uma das coisas mais incríveis nos trajetos Seattle-Forks são as paisagens da Península Olympic. O Olympic National Park é de uma beleza natural indescritível, misturando paisagens de montanha com floresta tropical e costa de oceano. Tem lago também. Pode acreditar!

Embora tenha pouco movimento (na ida ficamos um bom tempo sem cruzar com outros carros), a estrada é perfeita, parece um tapete. E pega sinal de celular e GPS por toda ela! Eu juro!!!

É tudo muito lindo. Mesmo para quem não é fã da Saga Crepúsculo, mas gosta de natureza, é uma região que vale a pena conhecer. Eu mesma pretendo voltar um dia para conhecer melhor as belezas do Olympic National Park.

Chegando em Forks

Na contramão da fama de chuvosa, só pegamos chuva na estrada de ida. O restante do final de semana foi todo de sol, e, apesar do frio (com força!), os dias foram lindos. Pura sorte!

O que também não deixa de ser uma pena… Não tivemos a chance de “esbarrar” com Edward e sua família de vampiros, que se escondem em dias como esses… 😊

Enfim… Quando chegamos já havia escurecido. Fomos direto para casa do AirBnb que alugamos.

A casa era ótima, atendeu bem nossa expectativa! Não ficava no centro, mas como a cidade é pequena, é tudo muito perto. E ela ainda ficava na beira de um rio e tinha uma área externa linda. Foi ótimo para as crianças. Postei fotos aqui para vocês terem uma ideia do tipo de casa da cidade.

Casa que alugamos em Forks pelo AirBnb
Casa que alugamos em Forks pelo AirBnb
Quintal da casa alugada em Forks
Quintal da casa alugada em Forks

Deixamos as malas em casa e fomos para o centro. Todo mundo “varado” de fome! Aí dá para perceber mais do que nunca como a cidade é pequena: poucas opções de restaurante. Vimos uns 3 lugares abertos somente.

Acabamos escolhendo o Pacific Pizza. Embora tenha pizza no nome, oferecem de um tudo para comer! E já para entrar no clima, eles tinham até um cardápio da Saga Crepúsculo: o Twilight Menu! Vejam os pratos na foto abaixo!

Twilight Menu do Pacific Pizza em Forks
Twilight Menu do Pacific Pizza em Forks

Considerando que estamos falando de uma cidade de 4mil habitantes no meio do nada, a comida foi até ok. Gostosa e honesta, recomendo!

Restaurante Pacific Pizza em Forks
Restaurante Pacific Pizza em Forks

Barriga forrada, voltamos para casa para descansar e dormir!

10 paradas do tour da Saga Crepúsculo em Forks

No dia seguinte, iniciamos o tour vampiresco propriamente dito! Acompanhe aqui no mapa todas as paradas: tour da Saga Crepúsculo em Forks.

1. Visitor Center (Forks Chamber of Commerce)

Forks Visitor Center, parada para fãs da Saga Crepúsculo
Visitor Center (Forks Chamber of Commerce)

A primeira coisa a fazer é conhecer o Visitor Center que fica na Forks Chamber of Commerce!

Por três motivos:

1) Pegar os mapas e folhetos com todas as informações dos lugares relacionados à Saga Crepúsculo para visitar.

Mapa e folheto da Saga Crepúsculo em Forks
Mapa e folheto da Saga Crepúsculo em Forks

2) Tirar uma foto com a Bella, Edward e Jacob em tamanho real que tem por lá.

Forks Visitor Center, parada obrigatória para fãs de Twilight
Forks Visitor Center, parada obrigatória para fãs de Twilight

3) Ver a duplicata da caminhonete vermelha da Bella estacionada bem em frente. No caso, duas: uma igual ao modelo descrito no livro e a outra do filme.

Dizem que a produção do filme doou a caminhonete original usada nas gravações, mas eu não sei se é verdade. Bem, pelo menos a placa é a mesma!

Caminhonetes da Bella da Saga Crepúsculo no Forks Visitor Center
Olha eu aí, em frente as caminhonetes da Bella, Forks Visitor Center

Por aqui passa fã da saga vindo do mundo todo. Olha como está o mapa de visitantes do lugar! Não fique de fora e marque também o seu país.

Mapa de visitantes e fãs da Saga Crepúsculo em Forks
Mapa de visitantes e fãs da Saga Crepúsculo em Forks
1411 S Forks Avenue, Forks, WA 98331

2. Casa dos Swan da Saga Crepúsculo

Com o mapa em mãos, vamos à próxima parada: a casa da Bella, ou melhor, do pai dela, Charlie Swan. Mas atenção, mais uma vez venho lembrar que estamos falando da casa que inspirou o livro e não onde foram gravados os filmes, ok?

A casa é uma gracinha, e a rua também! Mas a vizinhança já deve estar meio “cansada” de tanto turista curioso que passa por aqui. Tem um monte de placa de advertência: “não pare”, não estacione”, “não entre”!

Casa dos Swan da Saga Crepúsculo em Forks
Casa dos Swan da Saga Crepúsculo em Forks
775 K St, Forks, WA 98331

3. Forks Community Hospital

O hospital onde Dr. Carlisle Cullen trabalha existe! É o Forks Community Hospital. Embora não seja aberto à visitação pública (afinal, é um hospital de verdade), também estive lá para conhecer e tirar umas fotos.

É o único hospital no mundo que tem uma vaga exclusiva para vampiros, reservada para o carro do Dr. Cullen! É parada em nosso tour da Saga Crepúsculo em Forks!

Forks Community Hospital
Forks Community Hospital
530 Bogachiel Way, Forks, WA 98331

4. Casa dos Cullen da Saga Crepúsculo

A casa dos Cullen em Forks na realidade é uma pousada real, que funciona real, a Miller Tree Inn Bed and Breakfast. O que é bom! Diferente da casa da Bella, que é uma residência normal, com moradores normais, aqui você pode entrar.

Seus proprietários até entram no clima e falam a língua dos vampiros! Há mensagens dos Cullens em um quadro de mensagens e a caixa de correio também tem o nome Cullen.

A casa não é tão “arrojada” quanto a dos filmes (que casa dos sonhos é aquela, toda de vidro, no meio da floresta!), mas é um casarão. Ainda mais para o padrão do que eu vi em Forks. Ela é mesmo o que seria a casa dos Cullen por lá!

Casa dos Cullen da Saga Crepúsculo em Forks
Casa dos Cullen da Saga Crepúsculo em Forks
654 E Division St, Forks, WA 98331

5. Forks City Hall e Police Station

Aqui na Prefeitura é onde tem o Posto de Polícia onde Charlie Swan, pai da Bella e xerife, trabalha.

– Chefe Swan na área!!!

Quem sabe você tem a sorte de encontrar um carro de polícia por lá para tirar uma foto. O usado nos filmes tem o logotipo copiado do real.

Mais uma parada em nosso tour da Saga Crepúsculo em Forks!

Forks City Hall e Police Station
Forks City Hall e Police Station
500 E Division St, Forks, WA 98331

6. Forks High School

Bem, aqui não precisa nem de apresentação, certo? Afinal, foi onde Bella e Edward se conheceram quando a mocinha se mudou para Forks. Foi onde tudo começou…

Não dá para entrar na escola, afinal aulas de verdade acontecem por aqui, mas dá para tirar uma foto de sua placa, que foi reproduzida igualzinha no filme.

Forks High School
Forks High School
261 Spartan Ave, Forks, WA 98331

7. Forks Outfitters

Essa parada é conhecida somente para quem leu os livros, ela não aparace nos filmes. Foi a loja onde Bella trabalhou.

Ao lado tem a Thriftway, onde Bella fazia suas compras de supermercado. É provável que você também precise fazer umas comprinhas para abastecer a despensa durante sua estadia por aqui. Eu precisei! Compramos água, pão, leite e outras coisinhas para o lanche e o jantar.

Forks Outfitters, onde Bella do Crepúsculo trabalhou
Forks Outfitters, onde Bella do Crepúsculo trabalhou
950 S Forks Ave, Forks, WA 98331

Terminamos o roteiro dentro de Forks e não cruzei com nenhum vampiro, poxa vida! Quem sabe temos mais sorte com os lobisomens… Assim seguimos para Reserva de La Push, lar da tribo Quileute, que fica a uns 25km de Forks!

E sim, antes que vocês perguntem, a tribo Quileute existe de verdade, e não só na ficção. É uma reserva de índios nativos americanos com cerca de 400 habitantes, localizada no Condado de Clallam, Washington, na foz do rio Quileute e costa do Pacífico.

La Push é seu principal centro populacional.

8. Treaty Line (Three Rivers Resort)

Antes de chegar em La Push mesmo, fizemos duas paradas. A primeira delas é a divisa entre Forks e La Push, o ponto a partir do qual vampiros são proibidos! Lembra do tratado entre lobos e vampiros, no qual os vampiros não podem entrar nas terras Quileutes?

Tem até um “vampirômetro” para medir seu nível de ameaça vampiresca e saber se você pode passar ou não. Tem também um mural onde os fãs da Saga Crepúsculo do mundo inteiro deixam mensagens. Você também pode deixar a sua!

A parada na realidade é um hotel, o Three Rivers Resort, onde tem um restaurante e uns chalés bem bonitinhos que até parecem as casas dos lobos dos livros e do filme da saga. Uma gracinha!

Restaurante do Three Rivers Resort na estrada para La Push
Restaurante do Three Rivers Resort na estrada para La Push
Chalés do Three Rivers Resort
Chalés do Three Rivers Resort
Vampirômetro Twilight: teste seu nível de ameaça vampira aqui!
Vampirômetro Twilight: teste seu nível de ameaça vampira aqui!
Mural Stephenie Meyer Day, autora da Saga Crepúsculo
Mural Stephenie Meyer Day, autora da Saga Crepúsculo
7764 La Push Rd, Forks, WA 98331

9. Casa de Jacob Black da Saga Crepúsculo

A segunda parada na estrada para La Push é a casa de Jacob Black que, na vida real, é uma casa para aluguel de temporada, a Jacob Black’s Vacation Rental. Deve ser muito doido se hospedar aqui, é igualzinho como descrito nos livros e filmes! Até a moto de Jacob fica estacionada em frente da casa!

Casa de Jacob Black da Saga Crepúsculo
Casa de Jacob Black da Saga Crepúsculo
8320 La Push Rd, Forks, WA 98331

10. La Push (First Beach)

Como diria Eric, amigo da Bella: “La Push Baby, La Push!” Que praia linda é essa???

Paramos na First Beach, onde Bella ouviu falar dos “cold ones” pela primeira vez. É muito parecida com a praia do filme, têm uma areia cinza escura, quase preta, com muitas pedras e troncos. E que água gelada!!! Dá para entrar real no clima da Saga Crepúsculo.

Sem falar que o lugar é deslumbrante de verdade, e ainda tivemos sorte de pegar um belo pôr do sol. Foi até difícil selecionar as fotos para postar aqui… Adorei esse lugar!

Praia de La Push, WA
Praia de La Push, WA
First Beach em La Push, WA
First Beach em La Push, WA
Praia de La Push, WA
Praia de La Push, WA
Pôr do sol em La Push, WA
Pôr do sol em La Push, WA
La Push, WA 98350

Aqui terminou nosso roteiro Twilight em Forks.

Nessa noite jantamos em casa mesmo, com direito a uma experiência bem local: marshmallows assados na fogueira (“fire pit”). Se não for para incorporar o espírito americano, nem me chame… kkkk. Os meninos adoraram!

Na volta de Forks ainda tem Saga Crepúsculo

No dia seguinte partimos de volta para Seattle, no percurso via Port Angeles e com um trecho de travessia de balsa.

Como já falei mais acima, a estrada é belíssima! Não deixe de parar para apreciar um pouco o incrível Crescent Lake. É um dos lagos mais lindos que já vi!

Crescent Lake no Olympic National Park
Crescent Lake no Olympic National Park

Última parada da Saga Crepúsculo: Bella Italia em Port Angeles

Seguindo viagem chegamos em Port Angeles!

A cidade é uma gracinha, fica a beira mar e bem na entrada do Visitor Center do Olympic National Park, na sombra das Montanhas Olympic. Tanto que um de seus bordões é: “Port Angeles, onde as montanhas encontram o mar!”.

É o epicentro da Península Olympic, mas é também mais uma parada conhecida pelos fãs da Saga Crepúsculo. Afinal, foi aqui que Bella e Edward tiveram seu primeiro “date”.

Quem lembra do restaurante Bella Italia onde Edward e Bella jantaram depois que ele a resgatou dos “caras” que a encurralaram na saída da livraria onde ela encomendou o livro sobre as lendas dos Quileutes?

Eles até servem o famoso prato “mushroom ravioli” pedido por Bella.

Restaurante Bella Italia em Port Angeles
Restaurante Bella Italia em Port Angeles
118 E 1st St, Port Angeles, WA 98362

O passeio de ferry ⛴

Almoçamos em Port Angeles e depois seguimos viagem até Kingston, onde pegamos a balsa para Edmonds, numa travessia de uns 30 minutos. Vocês sabem que esses ferry´s transportam carros também, né?

O passeio é muito legal, ainda mais se você nunca o fez. Vale a pena!

Uma vez atravessando a Puget Sound, estamos em casa! Mais uns 27km de estrada e chegamos em Seattle.

Ferry Kingston-Edmonds na volta da Península Olympic
Ferry Kingston-Edmonds na volta da Península Olympic
Ferry Kingston-Edmonds na volta da Península Olympic
Ferry Kingston-Edmonds na volta da Península Olympic

Uma observação: atravessamos a baía no ferry Kingston-Edmonds porque meu irmão mora em Redmond (e porque esses terminais são mais tranquilos também). Mas se você preferir chegar pelo centro de Seattle, pode fazer essa travessia com o ferry que parte da Bainbridge Island até downtown Seattle.

Forks forever!

Adorei essa viagem! Adorei conhecer a cidade escolhida por Stephenie Meyer para ambientar essa estória entre vampiros, lobisomens e humanos. A descrição dos livros e filmes é tão perfeita que parece tudo muito real. Quase pude ver os personagens andando pelas ruas da cidade!

Da mesma forma que o amor de Bella e Edward é eterno, Forks será a casa da Saga Crepúsculo para sempre!

Você sabia que a inspiração de E.L. James para escrever a trilogia 50 Tons de Cinza veio do romance de Bella e Edward? E que Seattle é o cenário para esse outro romance moderno? Se você também é fã aqui, fiz um roteiro muito legal: 50 Tons de Cinza em Seattle!

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Le Grand Bistro Américain: restaurante francês na noite de Kirkland https://visiteseattle.com/le-grand-bistro-americain/ https://visiteseattle.com/le-grand-bistro-americain/#respond Tue, 19 Jun 2018 18:39:41 +0000 http://visiteseattle.com/?p=7436 Viva! Temos um vale Night! Esse foi meu primeiro pensamento para a noite em Kirkland no Le Grand Bistro Américain! Foi um viva totalmente despretensioso. Sabe assim: “que bom que vamos sair à noite, sem [...]

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Viva! Temos um vale Night! Esse foi meu primeiro pensamento para a noite em Kirkland no Le Grand Bistro Américain! Foi um viva totalmente despretensioso. Sabe assim: “que bom que vamos sair à noite, sem crianças”! Mal sabia eu que a noite ia ser TOP!

Restaurante francês bem legal com uma vista maravilhosa. E ainda teve violoncelos no Kirkland Performance Center! Boa comida, bela vista, boa música e ótimas companhias. Perfect! 🍴🥂🎻

Vale a pena compartilhar a experiência aqui.

Le Grand Bistro Américain, Carillon Point - Kirkland
Le Grand Bistro Américain, Carillon Point – Kirkland

Vamos começar do início

O ano foi 2013, em dezembro, quase dia de Natal.

Tínhamos planejado essa viagem para Seattle em outubro do mesmo ano, mas um imprevisto aconteceu e acabou que adiamos para dezembro. Foi até bom, acabamos passando um Natal branco no continente americano. 🎄⛄

Minha cunhada, Lara, ligou uns dias antes de embarcarmos no início do mês, e falou de um show que ia ter em Kirkland. Era um show de violoncelos da Portland Cello Project. Eu nunca tinha ouvido falar. Mas topamos na hora! Viva, teremos vale night!

Para ser completo, uma performance com violoncelos pede um restaurante a altura, né? Assim, ela fez uma reserva no restaurante francês Le Grand Bistro Américain que fica no Carillon Point, a beira do Lago Washington em Kirkland.

Pois bem, viajamos com reserva confirmada e tickets para o show comprados! 🎫🎫

O grande dia: vale night!

Para quem tem filhos pequenos (meu caso e do meu irmão) uma noite dessas é quase um evento mesmo! Agora, imagina 5 meninos pequenos, todos juntos numa única casa!!! Os gêmeos do meu irmão com 1 ano, os meus gêmeos com 3 anos e o mais velho do meu irmão com 5 anos. Quase um time de futebol!

Imagina a estrutura para deixar essa tropa em casa e sair para noite!!! Nada fácil.

Eles ficaram com minha mãe, vovó Tatá (santa vovó), e com a babá diurna da minha cunhada na ocasião. Mas vocês sabem o esquema de babá nos EUA, né? Caríssimo! Sem falar que o show se estendeu além do previsto e acabamos atrasando um pouco a hora dela. 😱 Lara ainda teve que levá-la em casa na volta.

Mas, no fim, deu tudo certo. Fomos para “farra”, eu, Fernando (meu marido), Alexandre (meu irmão) e Lara (minha cunhada). Salvaram-se todos, minha mãe sobreviveu e nossa noite foi um sucesso!!! Mais uma vez, viva!!! 🎉 🎉 🎉

O restaurante Le Grand Bistro Américain

O Le Grand Bistro Américain fica no Carillon Point às margens do Lago Washington em Kirkland. O lugar é uma delícia. O restaurante é um típico bistrô francês, bastante badalado na região. Ambiente agradável, bom atendimento, comida gostosa e uma vista imbatível do lago.

Le Grand Bistro Américain, Carillon Point - Kirkland
Le Grand Bistro Américain, Carillon Point – Kirkland

Não é dos mais baratos, mas o “conjunto da obra” faz valer a pena uma visita. Sua localização, junto com a vista para o lago, sem dúvidas, conta muitos pontos!

Nossa reserva no Le Grand Bistro Américain foi para cedo, no iniciozinho da noite, antes do concerto (se não me engano, 18hs). Chegamos pontualmente no lugar. Não esqueça; nos EUA o horário é levado muito a sério.

O restaurante ainda não estava cheio e a noite estava uma delícia (embora bem fria, afinal era dezembro, pleno inverno!!!). A vista da marina é realmente algo para não esquecer.

Menu do Le Grand Bistro Américain: nosso pedido

Pedimos só uma tacinha de vinho (não somos muito de bebida alcoólica) e de entrada uma sopa de cebola (onion soup), bem ao estilo francês mesmo!!!

Para o jantar eu pedi o tradicional L’Entrecote (o famoso bife com batata frita francês!) e Fernando uma costeleta de cordeiro com batata rostie gratinada e espinafre. Meu irmão pediu um filé com uma massa e minha cunhada um steak, se não me engano o Prime NY Steak, com um purê de batatas.

O meu prato estava bom, mas nada de outro mundo. Agora, o prato do Fernando e o da minha cunhada estavam fantásticos. E olha que eu nem sou muito fã de cordeiro. Mas tanto o cordeiro quanto o steak estavam muito bons. A batata rostie e o purê com manteiga de trufa realmente diferenciados.

Le Grand Bistro Américain em Kirkland: nosso pedido!
Le Grand Bistro Américain em Kirkland: nosso pedido!
Costeleta de cordeiro do Le Grand Bistro Américain em Kirkland L'Entrecote do Le Grand Bistro Américain em Kirkland

O jantar foi uma delícia, mas não demoramos muito essa noite, tínhamos hora para o show de violoncelos. Não chegamos a pedir sobremesa, mas no cardápio tinham sobremesas francesas tradicionais, como o Creme Brulee.

Hora da conta nos restaurantes nos EUA

Aqui vale um comentário. Essa hora da conta nos EUA tem duas coisas interessantes.

Curiosidades

1. Primeiro é que não se costuma demorar muito conversando nos restaurantes. O mais comum é você chegar, fazer o pedido e logo depois de comer já pedir a conta. Tem lugares que o garçom já traz sem nem você pedir. Doido isso, né? Chega a ser meio “grosseiro”.

2. Normalmente, os nossos famosos “10%” não estão inclusos nas contas de serviços. Não é obrigatório, mas é de “bom tom” que você inclua esses tips nas contas de restaurantes, hotéis, bares, etc. O valor fica a seu critério e indicam o seu nível de satisfação. Nas contas de restaurantes, variam entre 10 e 20%. 10% se você não gostou muito do serviço, 15% para atendimento bom, normal e 20% para atendimentos exemplares.

Portland Cello Project

Para fechar, depois do Le Grand Bistro Américain, a noite ainda teve violoncelos, numa performance da Portland Cello Project! Que grata surpresa!

Tickets para o show da Portland Cello Project em Kirkland
Tickets para o show da Portland Cello Project em Kirkland

O Cello Project (ou PCP, como seus fãs os chamam carinhosamente) é um grupo de violoncelistas do Noroeste do Pacífico que levam o violoncelo para lugares que você normalmente não veria (festas de danças selvagens, salas de sinfonia formais, festas de rua, etc), e realizam música no violoncelo que você normalmente não associaria ao instrumento. Muito legal!

O show aconteceu no Kirkland Performance Center, bem no centro da cidade, onde sempre tem algum evento bacana. O pessoal da Portland Cello Project arrebentou e o show foi muito bom! Muito além do que eu esperava. Coloquei um pedacinho dele com a música da Adele para vocês conhecerem.

Fim de vale night! Depois de um jantar delicioso no Le Grand Bistro Américain e música boa do Portland Cello Project, voltamos os quatro para casa. A “tropinha” estava bem e minha mãe “viva”, graças a Deus!!! 🙏 🙏 🙏 😊😊😊 kkkk

Le Grand Bistro Américain em Kirkland

Le Grand Bistro Américain
2220 Carillon Point
Kirkland, WA, 98033
Telefone: 425-828-7778
E-mail: info@bistrolegrand.com

Reservas pelo site oficial

Site oficial: https://www.bistrolegrand.com/

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Kirkland: a charmosa cidade à beira do Lago Washington https://visiteseattle.com/kirkland-cidade-suburbio-seattle/ https://visiteseattle.com/kirkland-cidade-suburbio-seattle/#respond Sat, 02 Jun 2018 23:10:32 +0000 http://visiteseattle.com/?p=7387 Está aí um lugar agradável para conhecer pertinho de Seattle: a cidade de Kirkland! Localizada nas margens do Lago Washington, sua orla cheia de parques e praias, limpinhos e bem cuidados, é um passeio muito [...]

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Está aí um lugar agradável para conhecer pertinho de Seattle: a cidade de Kirkland! Localizada nas margens do Lago Washington, sua orla cheia de parques e praias, limpinhos e bem cuidados, é um passeio muito legal de se fazer.

Cidade de Kirkland a beira do Lago Washington
Cidade de Kirkland à beira do Lago Washington

A cidade é um charme! E sua avenida à beira lago uma delícia para caminhar. Sem falar na animada mistura que oferece atividades ao ar livre, bons restaurantes (alguns premiados, inclusive), lojas e um calendário de eventos bem legais, que incluem arte, música, esporte e festivais de vinho.

Eu adoro esse lugar, nunca deixo de bater o ponto por aqui! Até porque, fica bem pertinho da cidade de Redmond, onde meu irmão mora. É uma região linda e muito agradável para morar.

Vou relatar aqui algumas das coisas que já fiz e gosto de fazer em Kirkland. Quem sabe você não anima em fazer o mesmo quando visitar Seattle.

Apresentando Kirkland

Em primeiro lugar, vou fazer uma breve apresentação da cidade e contar um pouquinho de sua história.

Kirkland é uma cidade do Condado de King, no estado de Washington. Fica no subúrbio leste de Seattle, a 18km do centro, pertinho de Redmond e Belleveu, outras duas cidades que eu adoro. Saindo de Seattle para leste, pela rodovia 520, é só cruzar a ponte flutuante sobre o Lago Washington!

Seu nome vem de Peter Kirk, um magnata do aço britânico que mudou para região em 1886 e “cismou” em construir sua própria cidade industrial, esperando que ela se tornasse o “Pittsburg do oeste“. Mas a crise de 1893 não permitiu que a indústria siderúrgica fosse adiante e a cidade acabou sobrevivendo da produção de lã e da construção naval.

Kirkland tornou-se a primeira cidade do lado leste e é hoje um dos maiores subúrbios da região. Sua população estimada em 2015 era próxima de 85 mil habitantes e, segundo os demógrafos, a tendência é que aumente muito nos próximos anos, chegando a 94 mil em 2033.

Tenho mais duas curiosidades sobre a cidade:

  • Tornou-se conhecida por seu sistema de balsas, e já foi chamada de “centro do lado leste” por transportar moradores e visitantes pelo Lago Washington, até Seattle. Embora as balsas já não existam mais (a ponte flutuante do Lago Washington sinalizou seu fim em 1940), Kirkland continua a ser popular entre turistas e pessoas que preferem a atmosfera mais silenciosa do lado leste.
  • É conhecida por ser a cidade onde nasceu Layne Staley, vocalista da banda Alice in Chains, falecido em 2002.

Minhas sugestões para turismo em Kirkland

Opa! Agora a parte mais legal. Com suas praias e avenidas à beira do lago e uma área central bem charmosa e promissora, Kirkland é um lugar agradável para viver e visitar.

Vamos começar pelo sul e vamos até norte, passando pelo centro da cidade.

1. Carillon Point

Durante a Segunda Guerra Mundial foi área para construção de navios de guerra, mas, hoje, Carillon Point tornou-se um “centrinho” cheio de atrações e lazer.

Carillon Point na cidade de Kirkland
Carillon Point na cidade de Kirkland

Aqui você vai encontrar restaurantes finos e casuais, cafés, um hotel de luxo, lojas e boutiques e até spa e salão de beleza. Abriga também algumas das empresas de alta tecnologia mais criativas da região.

Além disso, para mim, a marina é seu ponto alto. Além das embarcações ancoradas, que dão charme ao espelho d´água, oferece uma bela vista ​​do Lago Washington e do horizonte de Seattle. O passeio por aqui é uma delícia e as fotos ficam lindas. Vale a pena!

Marina em Carillon Point na cidade de Kirkland
Marina em Carillon Point na cidade de Kirkland
Marina em Carillon Point na cidade de Kirkland
Marina em Carillon Point na cidade de Kirkland

2. Caminhada pelo calçadão à beira lago

A caminhada pelo calçadão da Lake Washington Blvd NE é um passeio que sempre faço quando venho à Kirkland, exceto no inverno “brabo”, quando o ventinho frio que vem do lago “arrepia” até a alma!

Costumo fazer uma caminhada de uns 2,5km do Carillon Point, no sul, até o Marina Park pertinho do centro da cidade. Vou parando para apreciar a vista, bater fotos e tomar um solzinho (quando ele dá as caras!).

É uma delícia caminhar à beira do lago. Você vai cruzar com muitos parques e praias muito agradáveis. Muitos deles com redes de vôlei, mesas para piqueniques, bancos de praça e playground para as crianças. E os gramados verdinhos, que lindos! Ah, e não estranhe: as areias pelas bandas do Pacífico são mais escuras mesmo!

Outra marca registrada por aqui são as inúmeras esculturas e arte pública espalhadas pelo caminho e pelos parques, não deixe de observá-las. Repare também nas casas que entram no lago, literalmente encima da água. Muito legal!

Eu adoro em qualquer época do ano, e é só o sol sair um pouco que as pessoas aproveitam mesmo! No verão, então, isso aqui fica cheio de gente!

Kirkland: Marsh Park
Kirkland: Marsh Park
Kirkland: prainha na Lake Washington Blvd NE
Kirkland: prainha na Lake Washington Blvd NE
Arte pública no calçadão à beira lago Washington em Kirkland
Arte pública no calçadão à beira lago Washington em Kirkland
Beira do Lago Washington em Kirkland
Beira do Lago Washington em Kirkland

3. Um sorvete na região central

Chegando mais perto do centro da cidade, ao final do passeio pelo calçadão, minha parada obrigatória é na Ben and Jerry’s. É um de meus sorvetes preferidos, que conheci exatamente nessa sorveteria aqui de Kirkland. Ela fica na Lake St S, esquina com a 2nd Ave S, já quase no Marina Park. Eu simplesmente adoro esse sorvete!

Minha primeira vez na Ben and Jerry’s em Seattle (Kirkland)
Minha primeira vez na Ben and Jerry’s em Seattle (Kirkland)

Essa região mais central, entre a Ben and Jerry’s e a Central Way, passando pela Kirkland Ave, é mais movimentada, com lojinhas, lanchonetes e restaurantes, inclusive. Também vale uma caminhada por aqui. É uma delícia!

Por fim, mais ao norte, tem o bairro de Juanita que também oferece atrações à beira-mar. Juanita Beach Park com uma área mais de praia mesmo, e o Juanita Bay Park com ótimos pontos de observação da paisagem. Entretanto, tem que pegar o carro. Por isso acabo ficando mesmo pela região do Carillon Point até o centro.

4. Passeio de barco pelo Lago Washington

Os cruzeiros da Argosy Cruises são muito legais. Estão na minha relação TOP10 de atrações turísticas a conhecer numa visita à Seattle. Esse pelo Lago Washington, parte do píer que fica no Marina Park, pertinho do centro de Kirkland, o Kirkland City Dock.

O barco vai margeando a costa da cidade de Kirkland, passa por mansões belíssimas na beira do lado (inclusive a de Bill Gates, fundador da Microsoft) e chega até a outra margem do lago, do lado de Seattle. Na travessia ainda passa por baixo da ponte flutuante acima do lago Washington que liga Seattle a região leste. É um belo passeio por água!

Kirkland City Dock: cruzeiro pelo Lago Washington
Kirkland City Dock: cruzeiro pelo Lago Washington
Cruzeiro pelo Lago Washington: Kirkland vista da água
Cruzeiro pelo Lago Washington: Kirkland vista da água

5. Uma noite em Kirkland

Kirkland também tem noite! Minha sugestão fica por conta do restaurante francês que fica no Carillon Point, Le Grand Bistro Américain. Além da comida gostosa, é muito agradável jantar com vista para o lago. Uma delícia! Mas é uma opção mais “fina e chique”. Em outras palavras, mais cara!

Para depois do jantar, vale dar uma conferida na programação do Kirkland Performance Center. Sempre tem algum evento bacana por lá. Seja um show, um concerto musical, ou uma peça de teatro ou cinema.

Uma vez fomos a uma performance com violoncelos da Portland Cello Project. Que maravilha de show que foi! Foi tão bom, que conto mais detalhes num post exclusivo.

Assim, eu fecho com chave de ouro o tour pela charmosa e encantadora cidade de Kirkland, no subúrbio leste de Seattle!

Kirkland

Kirkland Tourism
123 Fifth Avenue
Kirkland, WA 98033
Telefone: 425-587-3013

Site oficial: Explore Kirkland

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Minha primeira vez esquiando foi no Stevens Pass em Seattle https://visiteseattle.com/stevens-pass-em-seattle/ https://visiteseattle.com/stevens-pass-em-seattle/#respond Thu, 02 Nov 2017 21:03:36 +0000 http://visiteseattle.com/?p=5839 Em Seattle também tem estação de esqui? Tem sim senhor! E uma delas é o Stevens Pass, que fica a uns 130km do centro de Seattle, numa região belíssima da Cordilheira das Cascatas (Cascade Mountains). [...]

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Em Seattle também tem estação de esqui? Tem sim senhor! E uma delas é o Stevens Pass, que fica a uns 130km do centro de Seattle, numa região belíssima da Cordilheira das Cascatas (Cascade Mountains).

Stevens Pass em Seattle
Stevens Pass em Seattle

Foi aqui a minha primeira experiência no snowboard, primeira e quase única! Já que a segunda vez, em Whistler, Canadá, nem conto porque quase não saí do lugar. –Gente, sou muito medrosa para essas aventuras, e esquiar definitivamente não é o meu forte! 😬

Mas para quem está visitando Seattle, curte esse tipo de aventura, gosta de esquiar ou somente quer ver neve, Stevens Pass é uma ótima opção nos arredores da cidade.

Minha experiência no Stevens Pass

Estive no Stevens Pass por duas vezes, ambas fomos de carro 🚗. O acesso é pela autoestrada US-2, e em condições boas de tempo, os 130km são percorridos em menos de 2 horas. A primeira vez foi no mês de janeiro, no auge da temporada, e a segunda foi em abril, final de temporada.

Minha 1ª vez no Stevens Pass

Foi minha primeira vez na neve, e que legal que foi! Nem tanto por esquiar (morro de medo!!!), mas pelo passeio num lugar lindo e cheio de paisagem com neve! –Como a neve é linda, fiquei encantada!

Até porque, em Seattle mesmo, neva muito pouco, umas 3 ou 4 tempestades por ano no inverno. Se quiser ver neve por lá é mais fácil dar um pulinho nas montanhas dos arredores.

Saímos cedo de Seattle para passar o dia. Tinha tanta neve que precisamos colocar as correntes de neve nas rodas do carro para não derrapar. –A aventura já começou aqui! Embora o trajeto seja tranquilo de fazer, gastamos umas 3 horas por causa da neve. ❄️❄️❄️

Snowboard X Esqui

Na escolha snowboard X esqui, ficamos com o primeiro. Dizem que é mais fácil porque é só se jogar para trás (literalmente cair de “bumbum”) se quiser parar. Não sei se é verdade porque nunca andei de esqui. Meu irmão faz snowboard e daí não tive muita escolha, segui o “flow”.

Alugamos o snowboard lá mesmo e fizemos uma aulinha para iniciantes logo que chegamos.

Obviamente que só fiquei na pista para iniciantes! Para mim já foi difícil o suficiente 😓! Mas meu irmão já era “fera” e foi para as pistas mais avançadas. – Olha nós aí!

Eu e meu irmão no Stevens Pass - Seattle
Eu e meu irmão no Stevens Pass – Seattle

Gente, que trem difícil! Levei mais queda do que andei. Kkkk. Mas também, sou muito medrosa. Quando o snow pegava velocidade eu me jogava para trás para parar. Cheguei a ficar com o bumbum dolorido!

E para subir e descer das cadeirinhas do teleférico? Que negócio difícil; elas não param nem para embarque nem para desembarque! Eu heim!

Enfim… Esquiamos umas 4 horas mais ou menos. No final do dia ainda almoçamos no restaurante que tem por lá e voltamos para casa. A experiência foi muito legal, apesar do medo, a sensação de esquiar é muito boa.

Olha como encontramos o carro no estacionamento na hora de voltar! ❄️❄️❄️

Estacionamento do Stevens Pass - Seattle
Estacionamento do Stevens Pass – Seattle
Fica a dica
Não esqueçam o protetor solar e os óculos para esquiar, ambos são fundamentais. Embora frio, o sol reflete na neve e nos pega de jeito!

Minha 2ª vez no Stevens Pass

Já na segunda vez que fui, foi no início de abril, final da temporada. Já tinha pouca neve, não precisamos de correntes para o carro. Dessa vez fui com os meus filhos. Foi a primeira vez deles e do Fernando, meu marido, na neve.

Fernando (meu marido) no Stevens Pass - Seattle
Fernando (meu marido) no Stevens Pass – Seattle

Fomos só de passagem, pois nosso destino era Leavenworth, cidade alemã muito gracinha que fica a uns 60km do Stevens Pass.

Não esquiamos, mas o passeio em si valeu muito a pena. A estrada é linda e a paisagem inesquecível. Ficamos tempo suficiente para fazer um lanche e para os meninos brincaram na neve ⛄️, para em seguida, continuarmos o trajeto de carro até Leavenworth.

Olha que linda a estrada!

Foi um passeio de um dia (Stevens Pass sem esquiar + Leavenworth) muito legal. Vale a dica!

A Montanha Stevens Pass

Stevens Pass é uma mountain pass da Cordilheira das Cascatas (Cascade Mountains), ao leste de Seattle, na fronteira do Condado de King (onde fica Seattle) com o Condado de Chelan, também no Estado de Washington.

E, exatamente por ser uma mountain pass (rota navegável através de uma cordilheira ou sobre uma crista), permite a prática do esqui alpino, esporte de inverno praticado numa pista de gelo (neve).

Fica numa região belíssima que se caracteriza por um clima com verões curtos e suaves e invernos longos, geralmente muito frios, com quedas de neve extremamente pesadas.

–Bem, era de se esperar, né? Afinal, estamos falando de uma estação de esqui!

A estação de esqui Stevens Pass 🏂

Como qualquer estação de esqui, Stevens Pass está sujeita ao “humor” do tempo, e seu funcionamento depende da quantidade de neve que cai no ano. Tanto para mais quanto para menos; pouca neve não dá para esquiar, muita neve tem que tomar cuidado com as avalanches.

A estação de inverno do Stevens Pass, normalmente começa no final de novembro e vai até meados de abril. Esse é o período para esquiar. -Afinal, é um esporte de inverno!!! Historicamente, dezembro e janeiro são os meses com maior queda de neve.

A área para esquiar fica localizada na crista da montanha Stevens Pass. Sua base fica a 1.238 metros de altitude e o pico a 1.782 metros, e cobre cerca de 4,55 km2, com cerca de 50 trilhas diferentes classificadas de acordo com o grau de dificuldade.

Tem pista para iniciantes, pistas intermediárias, avançadas e pistas para especialistas, identificadas por cores, tudo visando a segurança dos esquiadores. -Tem para todo gosto e habilidade! 😊

Para subir tem os teleféricos, de 2, 3 ou 4 cadeirinhas. Sabe aquelas cadeirinhas penduradas em cabos de aço que ficam rodando (subindo e descendo) sem parar? –Pense num trem difícil que é a hora de descer com os esquis já nos pés!

Stevens Pass - Seattle
Stevens Pass – Seattle

Ah, e antes que eu esqueça, os equipamentos (esquis e snowboards) estão disponíveis para aluguel no Rental Shop na base da montanha.

Estando em Seattle, vale a pena conhecer o Stevens Pass!

Stevens Pass Seattle

Stevens Pass
US-2, Skykomish, WA 98288
Telefone: 206-812-4510

Horário de funcionamento (referência outubro/2017): dias de pico de 9 às 22hs e dias fora de pico de 9 às 16hs. Veja calendário no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do local ou no site oficial (referência outubro/2017): all-day ticket adulto $79 (data regular) e $89 (pico de temporada). Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Stevens Pass Washington Ski Resort

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Como ir de Seattle para Victoria: um trajeto via Port Angeles! https://visiteseattle.com/como-ir-de-seattle-para-victoria/ https://visiteseattle.com/como-ir-de-seattle-para-victoria/#comments Mon, 24 Apr 2017 20:07:06 +0000 http://visiteseattle.com/?p=4534 É com muita satisfação que faço esse post sobre como ir de Seattle para Victoria, capital da British Columbia, no Canadá. Se você está pensando em fazer esse roteiro, pode continuar lendo que vai te [...]

O post Como ir de Seattle para Victoria: um trajeto via Port Angeles! apareceu primeiro em Visite Seattle.

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É com muita satisfação que faço esse post sobre como ir de Seattle para Victoria, capital da British Columbia, no Canadá. Se você está pensando em fazer esse roteiro, pode continuar lendo que vai te interessar.

De quebra, vai interessar também aos fãs da saga O Crepúsculo. Pode crer!

Situando você sobre o trajeto entre Seattle e Victoria

Que Victoria fica pertinho de Seattle, vocês já devem saber, né? Em vários artigos aqui do blog falo que Seattle fica perto do Canadá. Sendo mais precisa: Seattle fica a 182km ao sul da fronteira do Canadá.

Agora, falando das duas cidades canadenses famosas mais próximas:

  • Vancouver fica a 230km de Seattle num trajeto de cerca de 3horas de carro.
  • Victoria, fica mais perto ainda, somente 170km de distância do centro de Seattle. Mas é um perto que fica “meio longe”; na melhor das hipóteses umas 5horas de translado…

Mas por que?

-Além de trecho por terra, o trajeto envolve necessariamente travessia em balsa. Afinal, Victoria fica numa ilha (Vancouver Island).

Como ir de Seattle para Victoria?
Como ir de Seattle para Victoria?

Mas por que tanta satisfação com esse post…

… que nem fala de Seattle propriamente dita?

Muito simples: tive a grata colaboração de uma leitora muito querida, a Claudia!

A Claudia é um belo exemplo dos frutos que nossa parceria com os leitores pode gerar. Ela nos permitiu compartilhar com vocês sua experiência de viagem, o que é muito útil para quem quer saber como ir de Seattle para Victoria, via Port Angeles. -Show, não é mesmo?

Quais as opções de como ir de Seattle para Victoria?

A Claudia nos procurou no final do ano passado para pedir ajuda sobre como ir de Seattle para Victoria, via cidade de Port Angeles, numa viagem programada para Janeiro desse ano.

Passei para ela minha experiência e algumas dicas. Como eu nunca fiz esse roteiro via Port Angeles, ela me deu um feedback quando retornou de viagem. Feedback, esse, muito importante para o blog e para os outros leitores.

Antes de começar, é importante lembrar que o percurso necessariamente envolve travessia em balsa. -Sabe aquelas balsas (ferries) que transportam pessoas e/ou carros?

Então! Vou falar aqui as 3 opções de ferry que conheço para Victoria.

1. Pegar o ferry em Tsawwassen, BC, Canadá

Essa foi a opção que usei quando visitei Victoria. Veja o post sobre a costa oeste do Canadá.

O ferry é o da BCFerries que você pega em Tsawwassen, subúrbio de Delta, na British Columbia. A rota é a de Tsawwassen para Swartz Bay (Tsawwassen-Swartz Bay). Chegando em Swartz Bay ainda tem um trechinho de carro até o centro de Victoria.

Fui de carro com meu irmão até Vancouver e só depois é que descemos para Tsawwassen e pegamos o ferry para Victoria. Mas você pode ir direto de Seattle através da autoestrada I-5 N nos EUA e BC-99 N no Canadá.

2. Pegar o ferry em Anacortes, Washington, EUA

Outra opção que tem é uma saindo da cidade de Anacortes, a 130km ao norte de Seattle. Nunca fiz essa viagem, mas eu sei que de Anacortes parte um ferry que dá para ir até Victoria.

É o ferry da Washington State Ferries para Sidney, BC, passando por San Juan Islands. É a rota Anacortes/San Juan Islands/Sidney B.C.

Sidney também fica na ilha Vancouver, a uns 30 minutos ao norte de Victoria. Portanto, também requer um trecho de carro de Sidney até Victoria.

De Seattle para Anacortes também pode pegar a autoestrada I-5 N.

3. Pegar o ferry em Port Angeles, Washington, EUA

Bem, aqui, entra a participação de nossa leitora, Claudia! Era esse o roteiro que ela queria fazer. Com um detalhe: queria fazer o trecho Seattle – Port Angeles sem alugar carro. E foi por isso que nos procurou.

Esse é sem dúvida o trajeto mais curto de como ir de Seattle para Victoria. E ainda tem a vantagem de que o ferry (MV Coho) chega direto no centro de Victoria (no Victoria’s Inner Harbour).

E como falei no início, para os fãs da saga O Crepúsculo ainda é legal pois passa por Port Angeles, cidade palco de algumas cenas do filme, que fica perto de Forks (90km). -Aí sim, estou falando a língua dos “crepúsculosmaníacos”, certo?

Eu nunca fiz esse trajeto, mas já conhecia. Normalmente ele envolve dois trechos de balsa (veja que falo dele no post sobre costa oeste do Canadá). Port Angeles fica na península Olímpica e para chegar até lá partindo de Seattle você tem que atravessar a enseada de Puget, e depois ainda pegar o ferry que atravessa o estreito de Juan de Fuca para Victoria.

Mas o problema maior da Claudia era sair de Seattle e chegar em Port Angeles sem precisar alugar carro.

Por isso, sugeri o ônibus Dungeness Line da Olympic Bus Lines que sai da King Street Station no centro de Seattle (perto do estádio CenturyLink Field) e vai até Port Angeles.

Como ir de Seattle para Victoria: ônibus da Dungeness line (foto: Claudia)
Como ir de Seattle para Victoria: ônibus da Dungeness line (foto: Claudia)

Não conheço pessoalmente o serviço dessa linha de ônibus, nunca usei, mas agora temos aqui o relato da Claudia para dar credibilidade a essa opção. -É sempre bom ter a opinião de quem já usou, certo?

Vamos lá? Claudia, como ir de Seattle para Victoria?

Como ir de Seattle para Victoria via Port Angeles (relato Claudia)

O texto abaixo é integralmente de autoria da nossa leitora Claudia. As fotos também!

Comprei as passagens para Port Angeles pelo site da Dungeness Line, escolhendo onde ia pegar o bus e onde descer.

King Street Station em Seattle (Foto: Claudia)
King Street Station em Seattle (Foto: Claudia)

Estávamos hospedados no Hyatt Place Seattle Downtown (110 6th Ave N, Seattle, WA 98109) e conversando com o pessoal que trabalha no hotel eles disseram que seria tranquilo ir de transporte público até a King Street Station. Resolvemos arriscar e ir de ônibus de linha mesmo!

Fomos bem antes do horário, porque queria aproveitar para conhecer (de fora mesmo) o Century Field. Pegamos a E-line na esquina do hotel. Era domingo e o bus estava bem vazio.

Um senhor super solícito nos ajudou a acomodar a bagagem (estávamos com as malas de viagem!). Fiquei assustada com a gentileza. Ele ainda fez questão de saber onde íamos descer e avisou para o motorista não esquecer de parar no ponto que queríamos. Fiquei até desconfiada, mas ele desceu bem antes do nosso ponto. Tão igual ao Brasil rsrsrs!

Paramos em um ponto próximo à estação. O único contratempo foi que na estação não tem nenhum tipo de lanchonete (somente máquinas de bebida e snack), como não tínhamos almoçado tivemos que enganar a fome com chocolates!

Seattle – Port Angeles

O bus da Dungeness Line foi super pontual. Porém, ele não estaciona naquelas vagas 45º da estação, como vários outros, ele para rente à guia, bem em frente à porta de entrada. Já havia perguntado a um funcionário da estação, então estava aguardando no lugar correto.

O motorista, um senhorzinho super simpático (parecia personagem de filme!), já estava com uma lista com meu nome e sabia que tinham mais 02 adultos comigo.

Eu tinha impresso a reserva do site mas ele nem precisou olhar. Nos ajudou a colocar toda a bagagem no porta-malas.

Reserva do ônibus
Dungeness Line Reservation
Date of Travel: 01/15/2017
Number of passengers travelling: 3
Pickup Location: Seattle Amtrak - King Street Station, Seattle, WA
Pickup Time: 1:20 PM
Arrival Location: Gateway Transit Center, Corner of Front & Lincoln Street
Arrival Time: 4:35 PM
Fare Paid: $117
Adult fares apply for passengers 16 and older, passengers 3 years thru 15 years may use the youth fare, passengers 2 and under ride free of charge.
Children of size required by Washington State law to travel in a car seat or booster seat are required to do so. (Car/booster seats not provided)
Children 14 years of age and under must be accompanied by a guardian at least 15 years of age.
All tickets are non-refundable and good for 3 months from the date of sale.
Reservations may be changed at any time without charge.
2 pieces of luggage allowed up to 50 lbs plus one carry on bag. Additional bags $5 each. Trunks/boxes are $5, skis $5, golf clubs $5, bicycles $5, oversize $5.
Small pets in kennels (upto 21 X 16 X 15 inches)must travel in luggage compartment. $5 charge for pets in kennels.
Service animals which must lay on floor next to passenger. No charge for service animals.
Carrier will not be liable for delays due to conditions out of its control such as weather, roads, ferries, accidents etc. Depart and arrival times are not guaranteed.
Dungeness Line Drivers reserve the right to remove from the bus passengers deemed objectionable to the safety and comfort of the driver or other passengers or who are incapable of caring for themselves.
Dungeness Line will refuse the carriage of any material that we determine as unsafe or not in the best interest of its passengers.
O ônibus

O bus é pequeno, mas bem confortável. Após nos acomodar, ele nos entregou um cookie caseiro e uma garrafa de água. Haviam poucos passageiros e pegamos mais alguns poucos pelo caminho. Não tinha lugar marcado, escolhemos nossas poltronas. A viagem foi ótima. As três horas passaram voando! A paisagem é muito bonita.

Só não tirei mais fotos, pois nossa vizinha de poltrona ficou maravilhada que éramos do Brasil e me fez mil perguntas!

A balsa

Em Edmonds pegamos uma balsa até Kingston, mais ou menos uns 20 minutos. Embarcamos bem rápido, haviam poucos carros. Na ferry aproveitamos para fazer um lanchinho rapidinho.

Chegamos em Port Angeles na hora estimada e o local de descida era bem próximo do embarque da balsa para Victoria. Porém, como era inverno não havia ferry a tarde para lá. Tem somente o horário da manhã.

Port Angeles

Port Angeles (Foto: Claudia)
Port Angeles (Foto: Claudia)

Pensamos em dar uma volta para conhecer o waterfront, mas anoiteceu muito rápido. Às 17h já era noite! E estávamos morrendo de fome. Fomos procurar um hotel.

Na verdade, meu marido estava doido para ficar em um daqueles “motéis americanos, igual de filme”. Esse motel não reservei antes. Vi no google que tinham vários na First St. e achei a melhor escolher na hora. Ficamos no Royal Victorian – 521 E 1st St., Port Angeles, WA 98362. Não me lembro exatamente do preço, paguei em dinheiro, mas algo em torno de 70 ou 80 dólares para 3 pessoas.

Tudo isso dá para fazer a pé. Para chegar na rua do motel tem uma “subidinha”, mas com mala de rodinha é tranquilo. Deixamos as coisas no motel e fomos jantar.

Port Angeles (foto: Claudia)
Port Angeles (foto: Claudia)
Bilhete do Coho Ferry para Victoria
Bilhete do Coho Ferry para Victoria

Achamos uma lanchonete bem próxima, H2O Waterfront Bistro. Gostamos bastante, comida boa e preço justo. E garçonetes bem simpáticas.

Fazíamos o trajeto sempre descendo pela 1st St., achei a Front Street meio deserta. Aliás Port Angeles é bem deserta, acho que principalmente por ser inverno, então como bons brasileiros desconfiados não tivemos coragem de andar pela cidade a noite. Uma pena, porque conhecemos bem pouco!

Um detalhe, a 1st St. é a continuação da highway, então tinha bastante movimento de veículos, principalmente de caminhões, pensei que ia ser barulhento para dormir, mas mais tarde acalmou.

Acordamos cedinho pois a o horário da ferry era 8:20 am. O amanhecer da janela do quarto foi lindo! Descemos até a balsa, novamente o pessoal da “bilheteria” já sabia da nossa chegada. Trocamos o bilhete (havia impresso a reserva do site) e já embarcamos.

Port Angeles – Victoria

Ferry de Port Angeles para Victoria (foto: Claudia)
Ferry de Port Angeles para Victoria (foto: Claudia)

Pouquíssimas pessoas. Uma balsa gigante e confortável.

Tomamos um café da manhã e fui para fora tentar tirar umas fotos. Muito frio e muito vento, mas amei. Aquelas montanhas com os picos cobertos de gelo no fundo, parecia irreal para mim. Lindo! Eu em meus 40 anos nunca tinha visto gelo! Congelamos e voltamos para dentro. Viagem tranquila.

Chegamos em Victoria mais ou menos uma hora e meia depois. Que lugar! Mas nem preciso dizer pois você deve conhecer bem melhor que eu!

A imigração também foi bem tranquila. Um funcionário muito educado, nos liberou em poucos minutos.

Amei cada segundo dessa viagem. Que eu tenha a oportunidade de voltar um dia!

Em Victoria ficamos em um apartamento na Mason St. que aluguei pelo Airbnb. Eu nunca tinha usado, mas foi ótimo, deu tudo certo.

E também queria te falar do Stewart College onde meu filho fez o intercâmbio de um mês. Achei maravilhoso, a escola, o curso, a homestay. Perfeito!!

Victoria (foto: Claudia)
Victoria (foto: Claudia)

E o blog ainda recebeu elogios!  🙂  🙂  🙂

Luciana, espero que eu tenha te ajudado com algumas informações. Me desculpe se esqueci de mencionar algo. Por favor, fique a vontade para me perguntar qualquer detalhe, estou à disposição!

Você nem imagina como seu site foi importante para mim.

Me passou principalmente segurança para fazer essa jornada sem conhecer nada de EUA e Canada.

Continue com seu ótimo trabalho!

Luciana falando novamente….

Imagina a minha satisfação em ver que minha indicação deu certo e que a viagem da Claudia foi ótima! E mais ainda, imagina como estou toda “orgulhosa” com o reconhecimento do trabalho que faço com tanto carinho!

Claudia, eu que agradeço! Muito obrigada pela colaboração e por compartilhar sua experiência conosco. Tenho certeza que vai ser muito útil para quem procura como ir de Seattle para Victoria!

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Chateau Ste. Michelle: a vinícola que colocou WA no cenário mundial do vinho https://visiteseattle.com/chateau-ste-michelle/ https://visiteseattle.com/chateau-ste-michelle/#respond Tue, 31 Jan 2017 20:06:16 +0000 http://visiteseattle.com/?p=4278 Chateau Ste. Michelle é a maior e mais antiga vinícola do estado de Washington. Faz parte da região do Woodinville Wine Country, forte polo turístico nos arredores de Seattle, reconhecido mundialmente por sua bela produção [...]

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Chateau Ste. Michelle é a maior e mais antiga vinícola do estado de Washington. Faz parte da região do Woodinville Wine Country, forte polo turístico nos arredores de Seattle, reconhecido mundialmente por sua bela produção de vinhos!

Eu diria que não só faz parte, mas é a vinícola responsável por transformar essa região no que ela é hoje. Arrisco a dizer que Chateau Ste. Michelle é o responsável por colocar o estado de Washington no cenário mundial do vinho!

Papel do Chateau Ste. Michelle para região e para WA

Sob muitos aspectos Chateau Ste. Michelle é a mais importante vinícola do estado de Washington. Além de ser a pioneira na região de Woodinville Wine Country, é hoje o maior produtor de vinho Riesling do mundo.

1. Pioneira na região de Woodinville

Sua fundação tem origem no final da Lei Seca nos EUA, período de 13 anos (1920-1933) em que a constituição americana proibiu a fabricação, comércio, transporte, exportação e importação de bebidas alcoólicas.

Mas foi somente em 1976, com a construção de sua sede em Woodinville, que veio o nome atual, e quando tudo começou a mudar…

Chateau Ste. Michelle
Chateau Ste. Michelle

Antes localizada no Columbia Valley (Eastern Washington), puxou a fila das vinícolas de lá e foi a primeira a fazer a mudança para o lado ocidental da cadeia de montanhas Cascade, para a região de Puget Sound, onde fica Seattle e onde reside a maior parte da população do estado. A partir daí a região ganhou força e tornou-se o polo que é hoje.

2. Destaque mundial do vinho Riesling

O vinho Chateau Ste. Michelle Riesling é o Riesling mais vendido do mundo, passando à frente inclusive dos “professores” alemães. Hoje é fabricado em versões que passeiam entre doce e seco.

Vinho Riesling (fonte: Chateau Ste. Michelle)
Vinho Riesling (fonte: Chateau Ste. Michelle)

A vinícola aparece na lista das TOP 100 vinícolas do ano (“Top 100 Wineries of the Year”) no ranking de 2016 da revista Wine & Spirits. E é a 22ª vez que recebe esse prêmio, mais do que qualquer outro produtor dos EUA.

O artigo da revista destaca “a impressionante consistência e qualidade do vinho da Chateau Ste. Michelle, especialmente do vinho Riesling”.

Ainda segundo o artigo, “Chateau Ste. Michelle é uma das forças motrizes do renascimento global do Riesling e é, de fato, o maior produtor de Riesling do mundo. A maior parte desse volume consiste em vinhos acessíveis e confiáveis, tanto nas versões secas quanto doces. A equipe reserva o seu melhor para a parceria Eroica …A cada ano, Ste. Michelle e Eroica montam um programa de Riesling de última geração em uma escala que poucas vinícolas podem se igualar. …O resultado, em certas estações é espetacular, como o vinho de 2008. …E este ano, fomos surpreendidos com os puros e nítidos sabores do Riesling Seco 2014 do Chateau Ste. Michelle, com preço de US$9. É uma das nossas 100 melhores compras do ano“.

Bem, aqui cabe um pouquinho de informação sobre o Riesling… Mas se não se interessar pelo vinho, pode pular os quadrinhos e seguir direto para o turismo no Chateau Ste. Michelle.

O vinho Riesling Eroica

A parceria do vinho Riesling que deu certo
A parceria Eroica reúne dois dos maiores produtores mundiais de Riesling, o famoso enólogo alemão Ernst Loosen e o enólogo Bob Bertheau do Chateau Ste. Michelle.

Do velho Mundo, Dr. Loosen Estate da Alemanha (produtor no Mosel Valley por mais de 200 anos), e do novo mundo, Chateau Ste. Michelle de Washington, EUA (produtor no Columbia Valley a 50 anos).

Juntos, criaram técnicas excepcionais e produzem um extraordinário Riesling com as uvas do estado de Washington, desde 1999.

Características da uva e do vinho Riesling

Características do Riesling
Riesling é uma uva branca, de grande concentração aromática, e tem bagos pequenos e delicados. Fácil de ser cultivada, se adapta a climas quentes ou frios.

Mas seu melhor desenvolvimento ocorre em regiões com clima moderado mais frio e com bastante incidência de luz solar, como o da região de Mosel (Mosel Valley), na Alemanha, e também no Columbia Valley em Washington.

O clima mais frio permite um amadurecimento lento e gradual, ideal para uma de suas principais características, a concentração de aromas, e a incidência de luz solar faz com que a uva amadureça adequadamente.

O ideal é que não sejam misturadas com nenhuma outra variedade de uva e que não passem por período de envelhecimento em madeira; o carvalho pode “roubar” seus aromas primários.

Os vinhos elaborados com essa uva são espetaculares e têm duas características marcantes:

1) um intenso aroma frutado (damasco, nectarina, pêssego, maçã, pêra, abacaxi, limão) ou de especiarias e ervas, e muitas vezes aromas estranhos como favo de mel, gengibre ou até um aroma químico semelhante à gasolina. Para os especialistas, a degustação do Riesling começa pelo nariz, pois ele é um dos vinhos mais aromáticos do mundo.

2) sua acidez, quase ao nível de um suco de frutas como limonada.

Para fechar, embora o vinho Riesling seja tradicionalmente doce, atualmente é possível encontrar muitos vinhos secos de excelente qualidade feitos com essa uva.

A praga da garrafa azul

O vinho Liebfraumilch
A uva Riesling é a rainha dos vinhedos da Alemanha, e os alemães são seus verdadeiros “pais”! Mas são eles, também, os responsáveis pela enorme “mancha negra” no passado desse vinho: a praga da garrafa azul!

Chamava Liebfraumilch (alguém lembra?) e é considerado o “grande erro” alemão. Mas isso deixo para contar em outro post (Vinho Liebfraumilch).

Fato é que o “efeito Liebfraumilch” durou e foi catastrófico para os vinhos alemães… Mas graças a Deus, e em grande parte ao Chateau Ste. Michelle, o vinho Riesling ressurgiu como um excelente vinho, e não sofre mais os efeitos ruins dessa mancha negra em sua reputação!

Nesse ponto do artigo estou me sentindo o máximo! -Vamos combinar; beber vinho é muito chique, né? E entender de vinho mais ainda…  😉

Só que não! Gosto da bebida, até tomo eventualmente, mas estou longe de entender sobre o assunto. Acho que nem um enófilo eu sou! -Agora eu falei difícil, né? Acabei de aprender…

Vamos as definições:
Enólogo é o responsável por toda a produção do vinho, sommelier possui o conhecimento sobre as características do fermentado e sua correta harmonização, já o enófilo é a pessoa que aprecia ou estuda sobre vinhos mas não é profissional da área.

Turismo no Chateau Ste. Michelle

O Chateau Ste. Michelle possui mais de 3.500 acres de vinhedos no Columbia Valley, Eastern Washington, mas sua sede fica em Woodinville, a uns 30 km de Seattle, e é aberta à visitação pública. Recebe milhares de visitantes por ano em seus jardins e salas de degustação.

A construção está cercada por 105 hectares bem arborizados e tem uma arquitetura única, no mais tradicional estilo chateau francês! Belíssima! Seus jardins são maravilhosos e agradáveis, e o pavão (a ave) que anda por lá é marca registrada.

Jardins do Chateau Ste. Michelle
Jardins do Chateau Ste. Michelle

Passear pelos jardins e conhecer a lojinha de vinhos já dá um belo passeio. Já fiz muito!

Ponto alto da visita

Mas para mim, o ponto alto da visita é o tour que mostra a fabricação do vinho! Enquanto andamos pela fábrica, o guia vai contando (em inglês) um pouco da história do Columbia Valley e da região, e também do processo de fabricação do vinho.

O tour é gratuito (referência Janeiro/2017) e dura aproximadamente 35 minutos. Não precisa nem agendar, basta ter vaga no dia da visita. No final ainda tem uma degustação de vinhos deliciosa.

Degustação de vinho no Chateau Ste. Michelle
Degustação de vinho no Chateau Ste. Michelle

O Chateau Ste. Michelle ainda oferece tours privados, salas de degustação de vinho e ainda outros eventos especiais, inclusive concertos ao ar livre.

Para completar, a adega é maravilhosa e a lojinha que tem por lá ainda oferece outros produtos bem legais que valem como souvenir de viagem. Não deixe de garantir sua garrada de vinho. Eles têm uma embalagem em plástico bolha que é super tranquila de encaixar e levar na mala. Já trouxe muitos vinhos para o Brasil e nunca quebrei nenhuma garrafa!

Adega do Chateau Ste. Michelle
Adega do Chateau Ste. Michelle

Indo a Seattle não deixe de conhecer o Chateau Ste. Michelle. É um programa imperdível, mesmo para quem não é apreciador de vinho.

Chateau Ste. Michelle

14111 NE 145th Street
Woodinville, WA 98072
Telefone: 425-488-1133

Horário de funcionamento (referência Janeiro/2017): diariamente de 10 às 17hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Site Oficial do Chateau Ste. Michelle

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Woodinville Wine Country tem seu papel na produção de vinho dos EUA https://visiteseattle.com/woodinville-wine-country/ https://visiteseattle.com/woodinville-wine-country/#comments Fri, 13 Jan 2017 21:00:44 +0000 http://visiteseattle.com/?p=4183 Vamos falar de vinhos… E não é sobre os tradicionais vinhos franceses ou italianos não. Vamos manter o tema do blog e falar dos vinhos norte-americanos, mais especificamente do estado de Washington. Estou falando do [...]

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Woodinville Wine Country
Woodinville Wine Country

Vamos falar de vinhos… E não é sobre os tradicionais vinhos franceses ou italianos não. Vamos manter o tema do blog e falar dos vinhos norte-americanos, mais especificamente do estado de Washington. Estou falando do Woodinville Wine Country, um verdadeiro oásis para os amantes de vinho!

-Sim, aqui, pertinho de Seattle, também tem belos vinhos. Não é só a Califórnia que produz vinho de qualidade nos EUA não. Você vai se surpreender!

O que é Woodinville Wine Country?

Woodinville Wine Country é uma região situada ao redor da cidade de Woodinville, no subúrbio leste de Seattle, que abriga dezenas de vinícolas, adegas e salas de degustação de vinho, onde os visitantes podem saborear variedades da bebida de todo o estado de Washington.

-Um lugar perfeito para quem gosta da nobre bebida alcoólica da uva!

Woodinville Wine Country: sala de degustação de vinho do Chateau Ste. Michelle
Woodinville Wine Country: sala de degustação de vinho do Chateau Ste. Michelle

A pequena Woodinville fica a cerca de 30 minutos de carro do centro de Seattle (pouco mais de 30km), numa região belíssima do vale do Rio Sammamish (Sammamish River Valley), e é conhecida exatamente pela comunidade crescente de vinícolas, adegas, cervejarias artesanais, destilarias e restaurantes finos que temos por lá.

Woodinville
Woodinville

As vinícolas do Woodinville Wine Country

Já são mais de 100 vinícolas com sede na região, incluindo as mais notáveis do Estado, conhecidas mundialmente, como a Chateau Ste. Michelle, Columbia Winery, Novelty Hill Januik e Silver Lake.

Woodinville Wine Country: Columbia Winery
Woodinville Wine Country: Columbia Winery

Embora localizadas dentro da área de Puget Sound do lado oeste do estado (lembra que ficam pertinho de Seattle?), quase todas as vinícolas de Woodinville cultivam suas uvas no clima quente e árido (mais propício ao cultivo da fruta) do leste do estado, no Columbia Valley.

Columbia Valley é a maior região vinícola de Washington. Fica na parte leste do estado (Eastern Washington), depois da cadeia de Montanhas Cascade. Tem quase 4,5 milhões de hectares (cerca de 1/3 da área do estado), dos quais mais de 16.000 hectares são plantados com vinhas, e é responsável por 99% da produção de uvas do estado.

Regiões vinícolas de Washington

Eu sei, ficou meio confuso esse negócio das regiões vinícolas, né? Woodinville, Puget Sound, Columbia Valley… Mas calma! Vou explicar.

A cadeia de montanhas Cascade divide o estado de Washington em duas metades muito distintas.

A metade oeste, onde fica a capital Seattle e a pequena cidade de Woodinville (região da Puget Sound), é frio e chuvoso, e tem somente 1% da produção de uvas do estado.

O lado leste (região do Columbia Valley), por sua vez, apresenta condições quase desérticas, pois fica protegido da umidade e clima marinhos pelas Montanhas Cascade.

As terras com solo em areia e cascalho (rápida drenagem), embora requisitem um bom sistema de irrigação, são ideais para os vinheiros, e o clima mais quente e árido (distante do ambiente marinho de Seattle) é ótimo para cultivo da uva. Dias mais quentes e noites frias protegem a acidez natural das uvas e amadurecem a fruta em sua perfeição.

Essas características da região do Columbia Valley garantem, portanto, 99% da produção de uvas do estado e alguns dos mais admirados vinhos Cabernet Sauvignon, Merlot, Chardonnay, Riesling e Syrah do país.

Vinhas do Columbia Valley
Vinhas do Columbia Valley

Voltando ao Woodinville Wine Country…

Pois bem! Já que a Columbia Valley é a região de maior produção de uvas de Washington, por que Woodinville aparece no cenário dos vinhos no estado?

Vamos lá…

Na década de 1880 Woodinville era uma simples comunidade agrícola e madeireira. Mas sua proximidade com a área metropolitana de Seattle e sua bela paisagem natural chamou a atenção dos produtores de vinho do Columbia Valley.

E tudo começou com a maior e mais antiga vinícola da região, a Chateau Ste. Michelle, fundada em 1934. A ideia era passar a maior parte da operação de vendas e marketing da vinícola para o lado ocidental da cadeia de montanhas Cascade, onde residia a maior parte da população do estado.

Eis que em 1976 a Chateau Ste. Michelle abriu sua primeira adega em Woodinville. Em seguida, dividiu suas instalações de produção de vinho, trazendo a produção de vinho branco para Woodinville. E depois disso, foi seguida por outras vinícolas; Columbia Winery abriu do outro lado da rua em 1988, Novelty Hill Winery depois, e por aí vai… Até que hoje, a região do Woodinville Wine Country é um forte polo turístico, reconhecido mundialmente.

A mudança das vinícolas do Columbia Valley para Puget Sound, colocou Washington no cenário mundial do vinho e fomentou o desenvolvimento de sua produção no país.

Turismo no Woodinville Wine Country

Além de fazer vinho, várias das vinícolas do Woodinville Wine Country são abertas para passeios e degustações (imperdível!). Você ainda pode desfrutar de restaurantes com cozinhas premiadas, belas paisagens de montanha e trilhas para caminhadas e ciclismo.

Vários operadores turísticos oferecem excursões de degustação guiadas, saindo do centro de Seattle, e em Woodinville existe um centro para visitantes (Woodinville Visitor Center) que pode te orientar sobre tudo o que há para experimentar por lá. Existe até um passaporte que te dá direito a visitar mais de 60 adegas, cervejarias e destilarias participantes. E, claro, degustar muito vinho!

-Só cuidado para não sair de lá carregado… Brincadeira!

Eu nunca comprei esse passaporte, mas acho imperdível a visita a tão famosa vinícola Chateau Ste. Michelle. Além de ser a maior e mais antiga vinícola da região (a que deu início ao Woodinville Wine Country), ela tem um tour que mostra a fabricação do vinho que é muito legal. E no final ainda tem uma degustação deliciosa.

Independente se você é apreciador ou não da bebida, o passeio vale muito a pena. Os jardins são maravilhosos. Já fui várias vezes e recomendo! Veja o post sobre o Chateau Ste. Michelle!

Chateau Ste. Michelle
Chateau Ste. Michelle

Para os curiosos de plantão: sobre a produção mundial de vinho…

Vamos agora falar um pouco sobre o mercado mundial de vinhos e saber qual o papel dos EUA e de WA nesse cenário, beleza? -Fiz meu dever de casa direitinho!!!

Produção mundial de vinho

Em 2016 a OIV – International Organisation of Vine and Wine estimou uma produção mundial de cerca de 26 bilhões de litros de vinho. -É muito vinho! Quantidade suficiente para encher cerca de 10.380 piscinas olímpicas. -Dá para imaginar?

Embora, venha crescendo mundialmente o número de regiões que estão começando a produzir vinho, o mercado ainda é dominado por 10 países que produzem praticamente 80% do vinho mundial.

Ranking mundial de produtores de vinho em 2016 (fonte: OIV - Outubro_2016)
Ranking mundial de produtores de vinho em 2016 (fonte: OIV – Outubro_2016)

Os TOP 3 (Itália, França e Espanha) revezam-se ano a ano no ranking de maiores produtores e são responsáveis por quase metade de todo o vinho do planeta. Sendo que Itália e França estão sempre na disputa pela liderança. Em 4º lugar aparecem os EUA! -Quem diria, heim?

Volume da produção de vinho mundial de 2011 a 2016 (fonte: OIV - Outubro_2016)
Volume da produção de vinho mundial de 2011 a 2016 (fonte: OIV – Outubro_2016)

Produção norte-americana de vinho

Como vocês viram, os EUA vêm se destacando na produção mundial de vinho. Hoje ele é 4º produtor mundial em volume.

Em outros tempos se alguém me perguntasse sobre os maiores produtores de vinho no mundo eu nem de longe pensaria nos americanos.

Primeiro eu pensaria nos europeus, com certeza. Os TOP 3 (Itália, França e Espanha) e até Portugal com seu belo vinho do Porto e seu vinho verde Alvarinho que meu marido, Fernando, adora. E depois nos chilenos e argentinos. Já tomei muito vinho chileno! Mas não pensaria jamais nos americanos. Pura ignorância mesmo… Não sou uma boa conhecedora de vinhos!

Mas hoje, isso mudou. Antes mesmo de ter acesso aos números acima, quando visitei a Chateau Ste. Michelle, comecei a ver o progresso americano nesse mercado. -E como eles são bons em tudo que fazem, né?

Apesar dos EUA serem um dos grandes nomes do novo mundo, nem todas as suas regiões possuem climas e solos favoráveis para o cultivo das vinhas e a elaboração dos vinhos. Elas concentram-se mais na Costa Oeste, junto ao Oceano Pacífico. E os maiores destaques da vinicultura do país, responsáveis pelo bom resultado no ranking mundial, são Califórnia, Washington e Oregon.

1º Califórnia

Bem, a Califórnia não deve ser surpresa, certo? Os vinhos californianos são famosos pela sua qualidade mundial! A Califórnia produz cerca de 90% de todo o vinho norte-americano, com destaque para os vinhos elaborados com as uvas Cabernet Sauvignon e a Chardonnay.

2º Washington

O estado de Washington é o segundo estado viticultor mais importante do país, despontando para essa indústria somente a partir da década de 1980 e 1990, em parte graças à pioneira vinícola Chateau Ste. Michelle, do Columbia Valley. Seu destaque fica com a uva Riesling que tem obtido bastante sucesso na região e ótimos vinhos.

3º Oregon

Já o estado do Oregon, de clima mais frio, destaca-se pela produção de ótimos vinhos Pinots Noir e Chardonnay.

E a produção de vinho do Columbia Valley e Woodinville Wine Country?

Tudo bem vai! Se compararmos com a produção da Califórnia, e mais ainda com a produção mundial, as vinícolas do Columbia Valley e Woodinville Wine Country produzem números mais modestos. Mas vamos combinar, vindo a Seattle, você não pode deixar de conhecer essa região turística belíssima e recheada de vinhos maravilhosos!

Woodinville Wine Country

Woodinville Visitor Center
14700 148th Ave NE
Woodinville, WA 98072
Telefone: (425) 287-3298

Horário de funcionamento (referência Janeiro/2017): diariamente de 11 às 15hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Site Oficial Woodinville Wine Country

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Um roteiro na costa oeste do Canadá, pela British Columbia https://visiteseattle.com/costa-oeste-do-canada/ https://visiteseattle.com/costa-oeste-do-canada/#respond Sat, 02 Jul 2016 16:29:00 +0000 http://visiteseattle.com/?p=3497 Você conhece os encantos da costa oeste do Canadá? -Não? Então pode anotar que essa é mais uma viagem para se fazer na vida! É um belo roteiro desde a cidade de Calgary (capital country [...]

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Você conhece os encantos da costa oeste do Canadá? -Não? Então pode anotar que essa é mais uma viagem para se fazer na vida!

É um belo roteiro desde a cidade de Calgary (capital country do Canadá), passando pelas Montanhas Rochosas Canadenses (presentes em parques nacionais como Banff e Jasper), por Whistler (cidade-resort com estação de esqui), até a cosmopolita cidade de Vancouver e a histórica Victoria, capital da British Columbia.

-Pense numa região de beleza natural incomparável! -É essa aqui!

Costa oeste do Canadá: estrada BC-99 (British Columbia Highway 99)
Costa oeste do Canadá: estrada BC-99 (British Columbia Highway 99)
Rota da minha viagem pela British Columbia
Rota da minha viagem pela British Columbia

Minha viagem pela costa oeste do Canadá: British Columbia

Falar sobre o Canadá no post anterior (Viajar para Vancouver) me deu uma certa nostalgia e vontade de contar para vocês a viagem que fiz uma vez na costa oeste do Canadá, pela província da British Columbia, numa das vezes que tirei férias em Seattle (Washington, EUA).

Partindo de Redmond-Seattle, fui para Vancouver, Whistler e Victoria de carro. Veja rota aqui no Google Maps.

-Foi uma viagem maravilhosa!

Passar as férias em Seattle é muito bom (já fiz muitas vezes, tanto que tenho esse blog!), mas aproveitar com uma esticadinha no Canadá é melhor ainda… Oh dobradinha que dá certo!

Partindo do Brasil para Seattle

Tudo começou no Brasil, onde moro (claro!). Isso foi em abril de 2010.

Tirei 30 dias de férias (merecidas férias!), e nada mais justo do que visitar meu irmão que mora em Seattle. Eis, portanto, que peguei um voo da Delta Airlines rumo aos EUA, dando início à maratona: Belo Horizonte –> São Paulo –> Atlanta –> Seattle. Quase 28 horas depois, enfim, em terra firme na casa de meu irmão em Redmond (cidade da Microsoft, no subúrbio leste de Seattle). -Ufa!

Chegando lá, entre uma conversa e outra sobre o que fazer, decidimos dar um pulinho no Canadá. De última hora! Mais ou menos assim: -Vamos ali na esquina? Logo ali… Em Vancouver!

É só pegar o carro e ir. De ônibus ou trem também é bem tranquilo. É muito fácil e perto; são 230 quilômetros de distância somente, numa belíssima estrada.

Bem, para meu irmão é bem fácil mesmo. Como cidadão americano (na época com o green card) entra e sai do Canadá a hora que quer; tem livre acesso. Mas no meu caso, como brasileira que sou, tem uma etapa antes: o visto canadense.

Vamos a ele…

Visto para entrar no Canadá

Tirei o visto de uma entrada (na época tinha visto de turista de uma ou múltiplas entradas) no consulado canadense de Seattle mesmo. Foi bem fácil e rápido. Fui com meu irmão ao consulado de manhã cedo e no final do dia o visto estava no meu passaporte.

Enquanto esperávamos, rodamos o centro de Seattle para fazer hora. Andamos um monte a pé pelas ruas do centro da cidade (do jeito que eu gosto). Passamos pelo Pike Place Market, pela loja inaugural da StarBucks Seattle, apreciamos a vista do Seattle Waterfront e da Puget Sound que temos no Victor Steinbrueck Park, almoçamos no Tap House Grill da 6th Ave, tomamos um café no Tullys Coffee Seattle, enfim…. -Uma delícia!

Voltando para o visto canadense… Nós brasileiros precisamos de visto para entrar no Canadá. Mas parece que o processo andou mudando nos últimos anos e agora você pode requisitar on-line pela internet. Não sei ao certo como é. Procure se informar quando for viajar!

Agora sim! Tudo pronto para a viagem pela British Columbia na costa oeste do Canadá!

Meu trajeto pela costa oeste do Canadá

Toda a viagem foi feita de carro e fizemos o roteiro em 9 dias.

1o trecho: Seattle – Vancouver

Saímos de Redmond (subúrbio leste de Seattle) pela manhã cedo, rumo a Vancouver. São 230 quilômetros, que fizemos em umas 3 horas, numa estrada belíssima de alta velocidade (I-5 N nos EUA e BC-99 N no Canadá).

I-5 (Interstate 5) na costa oeste dos EUA: trecho Seattle - Vancouver
I-5 (Interstate 5) na costa oeste dos EUA: trecho Seattle – Vancouver

Nesse trecho é que passamos pela fronteira EUA-Canadá, onde você vê um arco branco com as duas bandeiras (Peace Arch) que marca a divisa. Tivemos que descer do carro para nos apresentar para os agentes de imigração. Eles checaram os passaportes, carimbaram a permissão e nos liberaram. Foi simples e rápido.

Costa oeste do Canadá: Peace Arch na fronteira EUA-Canadá
Costa oeste do Canadá: Peace Arch na fronteira EUA-Canadá

Uma vez liberados, seguimos viagem até Vancouver. Já na chegada dá para ver quão bela é a cidade e seu contraste com o mar e as montanhas cobertas de neve!

Vancouver
Vancouver

2o trecho: Vancouver – Whistler

De Vancouver fomos para Whistler. A estrada que liga as duas cidades é a BC-99 (British Columbia Highway 99, antiga Route 99), sendo esse trecho mais conhecido como Sea to Sky Highway, uma das estradas mais bonitas que eu já vi. É considerada uma das mais bonitas do mundo. Há quem diga que as das Montanhas Rochosas são mais… Mas como essas eu não conheço… Enfim… Toda costa oeste do Canadá tem beleza natural para dar e vender!

Voltando a Sea to Sky Highway…

A estrada corta as montanhas com neve e tem o mar como pano de fundo. Combinação perfeita para paisagens indescritíveis: mar, montanha e neve. Cada trecho um cartão postal! Não é à toa que chama do mar ao céu…

BC-99 no trecho Vancouver - Whistler: Sea to Sky Highway
BC-99 no trecho Vancouver – Whistler: Sea to Sky Highway

No trajeto tem alguns mirantes com cenários deslumbrantes e paradas obrigatórias. O mirante da Cypress Mountain (Cypress Mountain Vancouver Outlook), em West Vancouver, o Whytecliff Park em Horseshoe Bay, o Porteau Cove Provincial Park, e por aí vai…

A parada perfeita para esticar as pernas e tomar um cafezinho é na cidade de Squamish, bem na metade do trajeto. Agora mais que nunca; hoje tem lá uma belíssima atração, a Sea-to-Sky Gondola.

Eu não conheço (na minha viagem ela ainda não existia), mas dizem que o passeio de 10 minutos de subida nessa gôndola proporciona uma vista deslumbrante das montanhas circundantes. No topo do trajeto tem mais mirantes e uma ponte suspensa.

São 120 quilômetros, que podem se prolongar por horas se você parar em cada um dos belos cenários. -Cuidado para não perder a hora! Tem “beleza” suficiente para um artigo exclusivo sobre esse trajeto Vancouver Whistler pela Sea-to-Sky Highway! Fica para a próxima…

Whistler
Whistler

3o trecho: Whistler – Victoria

Depois de Whistler chegou a vez de Victória. Mas, para não ficar cansativo (250 quilômetros que levam mais de 5 horas… você já vai entender porque), paramos uma noite em Vancouver antes de seguir viagem. Descemos pela mesma estrada, e, no dia seguinte logo cedo, partiu Victoria…

O percurso de Vancouver para Victória é de 115 quilômetros, mas leva quase 4 horas (dependendo do horário, talvez mais), pois um pedaço é feito de carro e o outro de balsa. -Isso mesmo! Uma balsa (ou ferryboat) daquelas que embarcam pessoas e carros. -Victoria fica na ilha Vancouver, lembra?

Aliás, nessa região da costa oeste do Canadá e dos EUA (Seattle), balsa é o que não falta; elas fazem parte da vida cotidiana dos nativos…

Você sai de Vancouver pela BC-99 S e vai até Tsawwassen, subúrbio de Delta, na British Columbia, onde pega o ferry da BC-Ferries para Swartz Bay (Tsawwassen-Swartz Bay). Dependendo do horário, prepare-se para uma fila de espera para embarcar (com carro e tudo)… Mas é uma belíssima viagem de 2 horas por água.

Trajeto de balsa da BC-Ferries para Victoria
Trajeto de balsa da BC-Ferries para Victoria

O passeio no ferry é incrível! Tem tudo dentro dessa balsa. São vários andares de estacionamento (onde você deixa o carro), tem uns ambientes fechados, com mesas e cadeiras, lanchonetes e restaurantes, e o convés descoberto para apreciar ainda melhor a vista. -E que vista…

Já na ilha, mais um trechinho de carro e pronto! Chegou em Victoria!

Victoria na ilha Vancouver
Victoria na ilha Vancouver

4o trecho: Victoria – Seattle

De Victoria voltamos a Seattle pelo mesmo caminho, pegamos a mesma balsa até Tsawwassen, via Swartz Bay, e voltamos pela I-5 (Interstate 5).

Mas tem um outro percurso mais curto que meu irmão não gosta de pegar porque não conhece e porque passa por dois trechos de ferrybolt. Um trecho saindo de Victoria até a cidade de Port Angeles, WA (essa mesma; a cidade que tem nos filmes da série O Crepúsculo) e o outro trecho da Bainbridge Island para Seattle.

É mesmo mais trabalhoso, mas se estiver “de boa”, Port Angeles é mais uma opção para visitar… Principalmente para os fãs do filme!

As visitas do meu roteiro pela costa oeste do Canadá

Para fechar a viagem falta falar sobre o turismo em cada uma das 3 cidades visitadas. Só falei do trajeto… Mas fica injusto com elas se eu não dedicar um post exclusivo a cada uma. Além de maçante, se eu me prolongar por aqui. –Deus me livre entediar vocês…

Desta forma, resolvi fazer um post exclusivo para cada uma das 3 cidades:

  1. Vancouver
  2. Whistler
  3. Victoria

Assim, fica melhor! Você pode escolher o que quer continuar lendo!

Aguarde! Em breve divulgo esses novos artigos com meus relatos sobre as 3 cidades de meu roteiro pela costa oeste do Canadá pela província da British Columbia!

Ah, e se você ficou tentado a conhecer um pouco sobre a cidade que tanto adoro e de onde parti nessa aventura, dá uma olhada nesse post sobre Seattle.

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Tour na Fábrica da Boeing em Seattle https://visiteseattle.com/fabrica-da-boeing-em-seattle/ https://visiteseattle.com/fabrica-da-boeing-em-seattle/#comments Tue, 15 Sep 2015 13:02:45 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1092 A Fábrica da Boeing em Seattle, Boeing Everett Factory, está no Guinness Book como o maior prédio do mundo em volume. São mais de 13.3 milhões de metros cúbicos de área coberta; é a maior fábrica [...]

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A Fábrica da Boeing em Seattle, Boeing Everett Factory, está no Guinness Book como o maior prédio do mundo em volume. São mais de 13.3 milhões de metros cúbicos de área coberta; é a maior fábrica de aviões no mundo! Fica em Everett, região metropolitana de Seattle, a uns 40km ao norte do centro da cidade.

Fábrica da Boeing em Seattle - Boeing Everett Factory
Fábrica da Boeing em Seattle – Boeing Everett Factory (Fonte: Wikipedia)

Não é de se espantar depois que você fica sabendo que aqui estão as linhas de montagem dos aviões 747, 767, 777 e 787 Dreamliner da Boeing.

– Quem já não ouviu falar em um avião da Boeing?

Se você está acostumado a viajar, com certeza já ouviu falar em uma dessas aeronaves.

Eu adoro viajar, mas confesso que sempre fico com aquele friozinho na barriga toda vez que estou no ar. Quem já não pensou durante um voo: “Meu Deus, como essa coisa tão pesada consegue voar???”

Pois é! Depois de fazer esse tour guiado pela fábrica da Boeing em Seattle você vai ficar ainda mais impressionado!

– Os fanáticos por avião não podem perder essa visita de modo algum!!!

A visita na Fábrica da Boeing em Seattle

A Fábrica da Boeing em Seattle é a única fábrica de montagem de jatos comerciais na América do Norte que oferece visitação pública.

A maioria do trabalho feito na gigante unidade de Everett é de montagem das aeronaves, ou seja, as equipes daqui recebem a maior parte das peças produzidas em outras fábricas e fazem o trabalho de montagem. As peças chegam por caminhão e trem, e até mesmo avião de carga ou navio no caso das peças maiores como as asas.

-Muito legal ver de perto essa linha de montagem!

Além disso, o Future of Flight Aviation Center & Boeing Tour tem uma galeria com exibições interativas onde você vai aprender o quão longe se chegou no projeto da aviação e onde ele deve chegar no futuro. O pequeno museu na entrada da fábrica tem painéis com a história e a linha de produtos, peças dos aviões, exemplos de funcionamento de turbinas, a cabine do piloto e até um simulador de voo!

-Mas vamos ao que interessa; o tour guiado!

O tour guiado

O tour tem a duração de 90 minutos e começa no auditório do centro com um vídeo institucional sobre a Boeing de 10-15 minutos.

Depois disso pegamos um ônibus e aí sim entramos na fábrica da Boeing. Passamos por um pátio onde você vê muitos aviões estacionados aguardando a pintura ou voos de teste e seguimos para a visita às linhas de montagem do 747, 777 e o mais inovador, o 787 Dreamliner.

Os visitantes são guiados através de túneis subterrâneos enormes e plataformas de observação perto do teto que dão uma vista espetacular da aeronave que está sendo montada.

Fábrica da Boeing em Seattle - Boeing Everett Factory
Fábrica da Boeing em Seattle – Boeing Everett Factory (Fonte: Commons Wikimedia)

Impressiona as enormes portas dos prédios; elas têm o tamanho aproximado de um campo de futebol americano. Imagina???

– Mas também, para as aeronaves saírem montadas inteirinhas daqui, só assim mesmo…

Linha de montagem - Fábrica da Boeing em Seattle
Linha de montagem do 747-8 – Fábrica da Boeing em Seattle (Fonte: Wikipedia)

A infraestrutura montada para receber os visitantes impressiona; a vista das plataformas, as telas com vídeos e informações no meio da fábrica, microfone e auto falantes para que todos ouçam as informações do guia.

O guia explica o processo de montagem das aeronaves, dá informações sobre preço, tempo médio de espera para receber o avião, forma de pagamento, itens mais caros da montagem, autonomia de voo e ainda fala uma série de curiosidades sobre cada família de aviões.

Se você quer conhecer um pouco mais sobre cada modelo de avião desses dê uma olhada em nosso post sobre os Aviões da Boeing.

A visita é bem legal e interessante, mesmo para quem não tem paixão por avião, imagina para um fanático por essas coisas pesadas que voam!!!

O tour termina com o desembarque na lojinha de souvenires do Future of Flight Aviation Center. Para os amantes da aviação tem muita coisa legal para levar de lembrança.

O gigantismo da fábrica da Boeing em Seattle

A Fábrica é mesmo impressionante! Tudo por aqui é gigantesco!

De tão grande que é, a fábrica chega a ser considerada uma minicidade! E uma minicidade autossuficiente!

Ela tem a sua própria rodovia, a sua própria estação de trem, corpo de bombeiros, polícia, estação de tratamento de água, subestação de energia, banco, centro médico, creche e diversos cafés, lanchonetes e restaurantes.

Não é à toa. São cerca de 40 mil pessoas trabalhando no local, em horários de serviço divididos em três turnos. Para ir de um ponto a outro na fábrica os funcionários se locomovem sob rodas, inclusive bicicletas que a empresa disponibiliza para a mobilidade.

São mais de 3,7 quilômetros de túneis subterrâneos, pés direito dos prédios enormes, portas enormes, galpões enormes, tudo enorme…

Informações úteis sobre a visita

O Future of Flight Aviation Center & Boeing Tour abre diariamente e os tours pela fábrica são oferecidos normalmente de hora em hora. Mas é bom reservar sua entrada com antecedência no site oficial ou por telefone para evitar viagem perdida, principalmente na alta estação, entre os meses de Junho e Setembro. Nesta época, eles costumam oferecer tours extras, inclusive.

Os tours são conduzidos em inglês. É proibido câmeras, aparelhos celulares e eletrônicos no interior da fábrica. Mas existem armários pagos onde você pode deixar os objetos antes da visita. Não são permitidas crianças abaixo de 122 cm de altura.

A fábrica fica na cidade de Everett a uns 40km ao norte do centro de Seattle. A melhor maneira de chegar é de carro. O lugar é meio contra mão, mas você consegue usar o transporte público. Existem algumas opções de ônibus de Everett e Seattle. Veja no planejador de rotas indicado no post sobre os ônibus em Seattle. Tem também a opção do trem urbano (Sounder Train), mas os horários são limitados. Veja nosso post sobre trem em Seattle.

Se você gosta de aviação veja também nossos posts Museu do Voo em Seattle e Boeing em Seattle.

Fábrica da Boeing em Seattle

Future of Flight Aviation Center & Boeing Tour
8415 Paine Field Blvd
Mukilteo, WA 98275
Telefone: 425-438-8100

Horário de funcionamento (referência Outubro/2016): diariamente das 08:30 às 17:30hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos no local, no site oficial ou por telefone (referência Outubro/2016): adulto $20. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Site Oficial do Future of Flight Aviation Center & Boeing Tour

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