Fernando Lucio https://visiteseattle.com/author/fernando-lucio/ O mais completo blog sobre Seattle em língua portuguesa Fri, 19 Apr 2019 18:42:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://i0.wp.com/visiteseattle.com/wp-content/uploads/2015/06/site_icon1-558c0c7dv1_site_icon.png?fit=32%2C32&ssl=1 Fernando Lucio https://visiteseattle.com/author/fernando-lucio/ 32 32 99284105 Lola, restaurante grego em Seattle, em dia de tempestade! https://visiteseattle.com/lola-restaurante-grego-em-seattle/ https://visiteseattle.com/lola-restaurante-grego-em-seattle/#respond Mon, 12 Jun 2017 01:51:11 +0000 http://visiteseattle.com/?p=4950 Lola: restaurante grego em Seattle Tive a oportunidade de viver uma excelente noite em Seattle em companhia de um casal de amigos. O Alexandre e a Larissa são meus cunhados, ele é irmão da Lu [...]

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Lola: restaurante grego em Seattle
Lola Restaurante Grego em Seattle Fachada
Fachada do Lola – Restaurante Grego em Seattle

Tive a oportunidade de viver uma excelente noite em Seattle em companhia de um casal de amigos. O Alexandre e a Larissa são meus cunhados, ele é irmão da Lu e com algum malabarismo mágico conseguiram uma noite livre no meio da semana para irmos a um show de rock em Seattle, deixando as crianças com a babá.

O show de rock seria no The Moore Theatre, mas somente as 21hs e decidimos jantar antes em um restaurante grego. Era um show duplo, com abertura da banda American Authors, que até então eu nunca tinha ouvido falar, e depois o The Fray, que é mais conhecida. Gostei muito dos dois shows, são estilos até meio diferentes para tocarem em uma noite juntos (estavam em turnê por várias cidades), e confesso que até a banda da abertura foi mais meu estilo (Larissa que não me ouça)… mas na volta ao Brasil acabei comprando a discografia deles para ouvir e gostei muito do estilo.

Deixamos Redmond e fomos direto para o downtown, e já dava para prever que seria noite de muita chuva. Aqui em Seattle (na verdade em todos os EUA) existe uma preocupação bem grande com as condições climáticas. É um comportamento bem diferente do que temos no Brasil. Até entendo, porque no Brasil é tudo maravilhoso tem termos de desastres da natureza. Mas acho até um pouco excessivo por aqui.

Já dava para ouvir no rádio a preocupação e os avisos. Teremos noite de tempestade, ventos fortes, principalmente na região central, exatamente para onde estávamos indo. Visualmente somente alguns pingos de uma leve garoa, mas o céu estava realmente se fechando e o vento crescendo.

Assim que estacionamos o carro em um estacionamento público entre o restaurante e o teatro, a coisa deu uma engrosssada. O vento uivava, e apertamos o passo. Foi o suficiente para entrar no restaurante e a chuva caiu de vez. Acho que uma das mais fortes que já vi por aqui, era praticamente impossível andar na rua sem ficar ensopado. Ainda bem que estávamos bem protegidos ali no Lola.

Bom, eu amo restaurante grego. Mesmo no Brasil, procuro por eles. Sempre que viajo para o exterior, tento achar um. E o Lola não se fez de rogado, cumpriu muito bem seu papel e nos proporcionou uma excelente experiência gastronômica.

Logo na entrada fomos bem recebidos e guiados para a mesa reservada. Estava lotado e eram pouco mais de 19hs, então anote aí, faça reserva! Ele é bem procurado, não é a toa que tem 4,5 no TripAdvisor e 4,6 no Google.

Logo na entrada pedimos uma espécie de pão folha, muito saboroso, de massa leve, com algumas pastas para acompanhar. Uma delas, de figo, muito saborosa, no ponto certo.

 

Para o jantar, optamos pelo “Portabello Kebabs“. Eu amo kebabs, e estes, principalmente, vieram extremamente saborosos. Ponto para o Lola.

Kebabs extremamente saborosos, com a carne ao ponto e molhos muito bons… só de lembrar dá vontade de comer isso de novo…

E também uma massa, um espaguete com queijo de cabra esfarelado por cima. Ambos pratos muito bons também.

Sobre as fotos, estão escuras porque o celular não ajudou e também porque estava chovendo um monte do lado de fora.

Para fechar a noite, optamos na sobremesa por uma espécie de “bolinho de chuva” versão Seattle (bem propício) frito, absurdamente gostoso, com acompanhamento de geléias e cream cheese.

“Bolinhos de chuva” na sobremesa com a geléia e cream cheese.

Como sempre, foto do cardápio, e a recomendação, se bateu fome de um bom kebab em Seattle, ou está a procura de um restaurante grego em Seattle, não deixe de fazer uma reserva e visitar o Lola. O preço é bem honesto para a qualidade da comida, o cuidado no ambiente e no atendimento.

Cardápio do Lola – Ficou ruim pra ler, então vou colocar o link abaixo também.

 

 

 

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Viajar para Miami ou para os EUA? https://visiteseattle.com/viajar-para-miami/ https://visiteseattle.com/viajar-para-miami/#respond Sat, 28 May 2016 01:27:17 +0000 http://visiteseattle.com/?p=3316 Viajar para Miami ou se aventurar em outras cidades dos EUA? Vejam só, não é a primeira vez que alguém me faz esta pergunta e nem será a última: “Fernando, é a primeira vez que [...]

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Viajar para Miami ou se aventurar em outras cidades dos EUA?

Vejam só, não é a primeira vez que alguém me faz esta pergunta e nem será a última: “Fernando, é a primeira vez que vou aos EUA, devo viajar para Miami ou compensa gastar mais (dinheiro e tempo) para conhecer outras cidades, por exemplo, na costa oeste?

Começando do início, porque você quer viajar para Miami?

Miami é um dos principais destinos de brasileiros nos EUA. Na verdade Miami (e Orlando por conta da Disney), são os principais destinos de brasileiros no exterior. Mais de 75% das viagens internacionais dos brasileiros, ano a ano, são exatamente para Miami/Orlando. (de acordo com o Embaixador Brasileiro nos EUA, Mauro Vieira, em 2013).

Incredible, não?!

É também, normalmente, a primeira viagem internacional de boa parte das pessoas nascidas aqui na terra verde e amarela das bananas.

Talvez pela facilidade de ligação de voos, pelos preços dos hotéis, pelas atrações prontas que nos esperam de braços abertos como os parques da Disney, Universal, praias, e compras e mais compras.

Quem sabe pela maior facilidade com o idioma, afinal lá se fala um idioma que mescla palavras em inglês, espanhol e português,  e chegar lá com o famoso “inglês infinitivo de índio” não vai dificultar tanto sua comunicação quanto em outras cidades norte-americanas.

Ou quem sabe porque o clima de lá não ofereça nenhuma disparidade em relação do nosso clima verão eterno com sol e calor que temos na maioria das cidades no Brasil.

Anúncio de produtos brasileiros de uma loja em Miami ofertando produtos brasileiros em língua portuguesa, tais como Guaraná, pão de queijo, entre outros.
Anúncio de produtos brasileiros de uma loja em Miami. Não conheço a loja, peguei o anúncio na Internet como exemplo para o artigo.

Será que é devido a uma destas razões que você quer viajar para Miami?

É claro que temos também as pessoas que pretendem viajar para Miami para fazer um determinado curso, participar de um evento ou congresso, ou ainda para trabalhar. Para estes, nosso blog deseja uma excelente viagem e que aproveitem muito sua estadia na cidade mais latina dos EUA!

Mas para os demais, convidamos um pouco de reflexão, que tal? Veja só, é uma reflexão gratuita, que não vai tomar mais que 10 minutos do seu tempo e pode fazer sua viagem ficar bem mais interessante, que tal?

Não que este blog tenha nada contra viajar para Miami, muito pelo contrário! Mas é que, dependendo do seu propósito, esta viagem pode ser um pouco frustrante, ou mesmo que não seja, e que você aproveite muito e se divirta, você pode acabar investindo seu tempo e dinheiro em uma experiência que não vai ser exatamente o que você se propôs.

Veja só: as razões que elencamos acima podem ser resumidas como:

  • Miami é uma das cidades dos EUA  mais parecidas com o que você vai encontrar no Brasil;
  • É a cidade mais “brasileira” dos EUA
  • É uma das cidades mais acostumada a receber latinos, e claro, se adaptou a lidar com nossos costumes
  • Os cardápios dos restaurantes já são bem ajustados ao gosto latino e brasileiro
  • Nas lojas é possível encontrar produtos customizados para o gosto brasileiro (e preços também,os lojistas aprenderam rápido que gostamos de pagar caro por marcas ou modas)
  • Você vai andar pelas ruas e encontrar churrascarias brasileiras, bancos brasileiros, locadoras de carro com pessoas falando português (ou algo parecido), corretores de imóveis brasileiros e com sorte, food-trucks com brasileiros servindo tapioca.
Foto de uma agência do Banco do Brasil em Miami.
Banco do Brasil… em Miami!

Mas que tal, você pode encontrar tudo isso acima, gastando bem menos, se for viajar para o litoral do Brasil.

Ops…

Será que sua primeira viagem internacional, cuja expectativa já vem sendo alimentada há alguns anos, em “conhecer uma nova cultura, um novo jeito de levar a vida, novas experiências”, fará sentido em um ambiente “customizado para brasileiros” desta magnitude?

Óbvio que isso é uma opinião muito PESSOAL e cada um TEM A SUA e não quero de forma alguma evangelizar os novos debutantes viajantes.

O que busco é somente “colocar uma pulga em sua orelha” , no momento em que você tem gasto suas noites (e sua já escassa franquia de internet) em pesquisas de onde investir seu tempo e dinheiro para sua primeira viagem internacional.

Mas já pensou em conhecer uma cidade (ou região) onde a grande parte da população nunca cruzou na rua com um brasileiro? Onde a esmagadora maioria dos visitantes são orientais (de origens diversas como Japão, China, Indonésia, Índia, e por aí vai) com hábitos realmente diferentes, e ainda assim, dentro dos EUA?

Seu inglês será realmente exigido, sua habilidade de relacionamento também. Sua capacidade de adaptação será posta a prova e viverá intensamente cada minuto de sua viagem. Sem “portos seguros” para estacionar, estará provando situações novas, hábitos diferentes, novos cheiros e sabores a cada esquina.

A costa oeste dos EUA, e dentre toda costa, Seattle, podem oferecer uma experiência bem diferente para sua primeira viagem.

Costumo brincar que quem conhece somente Miami e New York ainda não conhecem os EUA, conhecem dois “entrepostos” entre os EUA e o resto do mundo. Claro, é uma brincadeira, mas ao imergir por dentro do enorme País do Tio Sam, você vai confirmar que estas duas cidades são realmente muito diferentes das demais cidades norte americanas.

Este post é basicamente uma “provocação” combinado? Nada de levar isso muito a sério! Afinal:

  • Concordo que as vezes nosso sonho antigo (mesmo que ele seja comer tapioca na Disney com o Mickey), as vezes tem prioridade, é claro!
  • O autor aqui do post, tem origem portuguesa, e minha primeira viagem internacional foi para… Portugal! Logo não dei o devido exemplo de “aventura desafiadora de marinheiro de primeira viagem”…..

 

 

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Caranguejo Gigante em Seattle (King Crab) https://visiteseattle.com/caranguejo-gigante-em-seattle/ https://visiteseattle.com/caranguejo-gigante-em-seattle/#respond Fri, 23 Oct 2015 02:11:35 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1701 King Crab: o Caranguejo Gigante em Seattle Quando vi o bicho pela primeira vez fiquei realmente impressionado. É que você pensa assim, bom esse bicho tá morto, e vou comer cozido. No pior cenário ele [...]

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Caranguejo Gigante em Seattle sobre prato de batatas e limões
Caranguejo Gigante em Seattle

King Crab: o Caranguejo Gigante em Seattle

Quando vi o bicho pela primeira vez fiquei realmente impressionado. É que você pensa assim, bom esse bicho tá morto, e vou comer cozido. No pior cenário ele vive no mar e na terra mando eu… pode parecer piada, mas é difícil mostrar o tamanho real do bicho nas fotos. Imagina algo do tamanho de uma mesa, chegando a pesar até 10kgs e com patas que podem chegar a 1 metro de comprimento. Muito prazer, King Crab, o caranguejo gigante em Seattle!

Caranguejo gigante: A pesca

O caranguejo gigante é uma espécia bem rara, que é pescada no mar de Bering, Alaska. A pesca deste caranguejo é uma das profissões consideradas mais perigosas do mundo.

Caranguejo Gigante em Seattle - Aqui somente patinhas dele sendo vendidas já limpas!
Caranguejo Gigante em Seattle – Aqui somente patinhas dele sendo vendidas já limpas!

Imagine: Você está em pleno mar aberto no Alasca, enfrentando mares revoltos, baixíssimas temperaturas e trabalhando em média 18 horas por dia em busca de caranguejos gigantes. É exatamente este o trabalho de alguns pescadores norte-americanos. Atraídos por salários polpudos, que podem chegar a US$ 100 mil por poucos dias de trabalho, estes profissionais arriscam suas vidas neste trabalho que é relativamente “simples”: jogar armadilhas cheias de iscas no mar e depois retirá-las  lotadas de crustáceos do fundo do oceano.

Pouco mais de 70 barcos têm licença para pescar os caranguejos gigantes. Todo o trabalho tem que ser feito em apenas duas semanas, que é o período em que o governo dos Estados Unidos libera a pesca no Alasca. Por isso, quanto mais tempo trabalhando sem parar, melhor será a “pescaria”.

Em média 90 toneladas é o total de crustáceos pescados por cada um dos barcos durante a temporada de inverno no mar de Bering. Cada embarcação é composta por apenas cinco homens, mais o capitão, responsável por detectar os caranguejos. É mais ou menos uma aventura parecida com aquele filme “Mar em Fúria”, ou algo pior. 10 dólares é o valor pago pelo quilo do caranguejo gigante. Cada tripulante tem direito a uma porcentagem (que varia entre 1,5% e 5%) do total pescado. Alguns pescadores recebem até US$ 100 mil por duas semanas de trabalho.

Pescadores King Crab em ação!
Pescadores King Crab em ação!

Mas os riscos também são enormes. Pescadores em todo o mundo possuem um dos empregos mais perigosos do planeta. Nesta região, os pescadores têm 50% mais de chance de morrer trabalhando do que qualquer outro profissional -uma estatística que se repete em todos os países onde os barcos saem para os altos mares em busca de comida para a sua população. As condições severas do tempo no mar colocam estes homens em perigo constante de possível afogamento, hipotermia e ferimentos graves causados por redes, cordas e equipamento pesado.

Caranguejo Gigante em Seattle: Iguaria

Embora seja uma iguaria que dá certo trabalho, tanto para pescar, quanto para preparar e para comer, não deixa de ser uma experiência gastronômica imprescindível de vivenciar estando em Seattle. Afinal é uma das cidades mais tradicionais de consumo deste prato. Normalmente é servido “tradicional” ou seja, ele vem cozido e temperado, em partes grandes, acompanhado com batatas, milho e algum legume ou verdura da estação e alguns camarões. A forma de comer? Martelo e garfo!

Caranguejo Gigante em Seattle: servido inteiro com batatas, milho e frutos do mar.
Caranguejo Gigante em Seattle: servido inteiro com batatas, milho e frutos do mar.

Onde comer o King Crab?

Além da versão tradicional mais “rústica” que é a da foto acima e você pode encontrar no The Crab Pot, também é possível encontrar versões mais espartanas e modernas, como somente as patas cozidas no vapor com legumes, ou até mesmo caldos e cremes e sopas.  Vou deixar três opções para você neste post, combinado? A mais rústica é o “The Crab Pot” e como de praxe em meus posts sobre comida, segue a foto do cardápio que você vai encontrar no local!

The Crab Pot Menu
The Crab Pot Menu
The Crab Pot - Fachada - onde você vai encontrar o caranguejo gigante em Seattle!
The Crab Pot – Fachada – onde você vai encontrar o caranguejo gigante em Seattle!

 

Locais para comer o Caranguejo Gigante em Seattle

The Crab Pot Seafood Restaurante (tradicional, com garfo e martelo!)
1301 Alaskan Way, Seattle, WA 98101, – Veja aqui o site oficial do The Crab

Pike Place Chowder (para comer um bom caldo ou sopas)
1530 Post Alley, Seattle, WA 98101 – Veja aqui o site oficial do Pike Place Chowder

Chandler’s Crabhouse (para comer receitas mais modernas)
901 Fairview Ave N, Seattle, WA 98109 – Veja aqui o site oficial do Chandler´s

 

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Red Robin Seattle – Gourmet Burguers https://visiteseattle.com/red-robin-seattle/ https://visiteseattle.com/red-robin-seattle/#respond Sat, 17 Oct 2015 01:16:37 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1613 Um lanche imperdível: Red Robin Seattle Falando de hambúrguer lembrei de churrasco O problema de cadeias de hambúrgueres nos Estados Unidos é mais ou menos como churrascaria no Brasil. Cada cidade por aqui tem a sua [...]

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Um lanche imperdível: Red Robin Seattle
Red Robin Seattle
Red Robin Seattle

Falando de hambúrguer lembrei de churrasco

O problema de cadeias de hambúrgueres nos Estados Unidos é mais ou menos como churrascaria no Brasil. Cada cidade por aqui tem a sua “melhor”. Abrindo aqui um parênteses na história: Já morei ou conheci um bocado de cidades neste nosso mundo. Uma delas é Uberlândia (fica no triângulo mineiro, Minas Gerais, Brasil). É uma terra muito agradável e que tem na criação e abate de gado de corte uma de suas principais atividades econômicas. Logo, o que não falta é churrascaria de altíssimo padrão de qualidade gastronômica (para quem curte carne). Acontece que a variedade e competência é tão grande nesta região que a cidade se dá ao luxo de ter 15 ou 20 churrascarias, onde CADA uma é “a melhor em algo”.

Mais ou menos assim: se você quer comer a melhor “picanha” é na churrascaria “A”. Se quer comer a melhor “picanha com alho” é na “B” e assim por diante.

Red Robin Seattle: Blue Ribbon Burguer

Red Robin Seattle: Olha ele aí: Blue Ribbon Burguer (isso aí branquinho é Gorgonzola!!)
Red Robin Seattle: Olha ele aí: Blue Ribbon Burguer (isso aí branquinho é Gorgonzola!!)

Foi neste contexto que, nas minhas expedições culinárias em busca de experiências gastronômicas diferenciadas, recebi a indicação do Alexandre (meu cunhado, residente em Seattle a um bocado de tempo) de que eu não poderia deixar de conhecer o Blue Ribbon Burguer, criação do Red Robin. Algo como “o melhor Blue Ribbon do mundo é o Blue Ribbon Burguer da Red Robin Seattle“. Então tá, vamos lá!

Realmente valem a visita e as calorias (deve ser algo pra cima de 1 mil). O burguer é na base da carne alta, grelhada no fogo, com batata e cebola “palha” crocantes embaixo da carne. Em cima um molho picante de tomate e queijo gorgonzola. Cada mordida é acompanhada de um sorriso caros fãs de burguers. Não deixem de provar!

História Red Robin

A rede nasceu em Seattle em 1969 e hoje permeia mais de 400 localidades nos Estados Unidos e Canadá. Na verdade a história começou um pouco antes, em 1940 com a inauguração da “Sam´s Tavern” próxima a Universidade de Whashington. Seu fundador gostava tanto de um trecho de uma música que falava de “When the Red, Red Robin” que logo mudou o nome da casa para “Sam´s Red Robin“.

Aos poucos a taverna evoluiu para o formato atual, e em 1969 a marca oficial virou Red Robin e seu cardápio já era muito próximo do atual. Hoje possui mais de 450 restaurantes em mais de 400 cidades. Embora seja uma grande rede, com capital aberto na bolsa de valores, uma boa rentabilidade e margem operacional, bem posicionada em seu cardápio de sucesso e cuidados com a sustentabilidade, ela não é nem a vigésima maior cadeia de burguers da América, logo vocês podem ter ideia do tamanho deste mercado por aqui!

Red Robin Hoje

Red Robin Seattle - Store
Red Robin Seattle – Store

A maioria das “stores” você vai encontrar um bom estacionamento na porta e terá facilidade de entrar. O Atendimento é honesto (lembre-se, é um cadeia de fast food), mas transita bem entre o “fast food Mc Donalds” e o “atendimento Outbak serei seu garçom esta noite” como conhecemos no Brasil. Os garçons são bem simpáticos, servem à mesa e não tem fila pra pagar. As lojas são bem interessantes, algumas possuem decorações ousadas como aviões, motos e carros internamente.

Em 2013 foi reconhecida como uma das melhores redes para se trabalhar no País e também recebeu o selo cozinha verde da Energystar. Resultado do seu foco em cada vez maior em questões como reciclagem de materiais, uso de energia limpa, iluminação a base de leds e energia solar, dentre outras preocupações na cadeia produtiva.

Mas no que importa mesmo no final eles estão ainda firmes: a qualidade do hambúrguer servido à mesa!

Como sempre, aí embaixo, a foto do cardápio para você já ver o que poderá encontrar!

Red Robin Menu
Red Robin Menu

 

Red Robin Seattle
Red Robin
1101 Alaskan Way, Seattle, WA 98101- Aberto até 22hs
Red Robin
401 NE Northgate Way, Seattle, WA 98125- Aberto até 23hs

Mais lojas – Localizador de Lojas

Site oficial: Site Oficial Red Robin

 

 

 

 

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Tullys Coffee Seattle – Uma alternativa de bom café em Seattle https://visiteseattle.com/tullys-coffee-seattle/ https://visiteseattle.com/tullys-coffee-seattle/#respond Tue, 15 Sep 2015 14:59:42 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1100 Tullys Coffee Seattle – Uma rede com sabor artesanal Talvez Seattle seja a cidade que mais produz redes de cafés de qualidade SEM TER um único pé de café plantado no mundo! (Não sei se [...]

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Tullys Coffee Seattle – Uma rede com sabor artesanal
Loja Tullys Coffee Seattle
Loja Tullys Coffee Seattle

Talvez Seattle seja a cidade que mais produz redes de cafés de qualidade SEM TER um único pé de café plantado no mundo! (Não sei se existe este dado mas deve ser algo próximo a isso se alguém medir). Ocorre que o sucesso estrondoso da Starbucks Seattle em todo o mundo desperta os ânimos dos empreendedores locais, que cada vez mais investem em alternativas para a venda e serviços da famosa bebida.

Dentre estes empreendedores, um deles, Tom Tully O’Keefe, decidiu em 1992 abrir a Tullys Coffe Seattle. Originalmente a ideia era expandir rapidamente as franquias e lojas assim como fez sua concorrente mais antiga. Ocorre que este plano não deu muito certo, mas a qualidade do café servido sim, e a rede angariou fãs fiéis no disputado mercado de cafés norte americanos.

Tullys Coffe Seattle – Café artesanal de qualidade

Com a mudança de planos, o crescimento acelerado foi substituído pelo foco em uma operação rentável e que trouxesse sabores artesanais aos clientes. Hoje, com um total de 46 lojas em mais de 10 cidades norte americanas, emprega mais de 500 pessoas e gera uma receita anual de mais de 36 milhões de dólares.

Tullys Coffee Seattle Café
Tullys Coffee Seattle Café

As lojas possuem um atendimento muito cordial e com certeza você será bem atendido e terá uma experiência positiva na degustação dos diversos sabores que oferecem.

Possuem os famosos copos grandes de café, e ofertam a bebida nas versões quente e gelada (ice).

 

Café Tullys embalado pra viagem!
Café Tullys embalado pra viagem!

Também podemos levar o café para casa em pacotes. Na verdade este passou a ser um dos focos (manufatura de café artesanal) da rede após a mudança de planos de crescimento.

O licenciamento da marca na Coreia do Sul fez tamanho sucesso e gerou uma situação inusitada, existem mais lojas da marca na Coreia (mais de 100 lojas) do que na América!

Um fato curioso é que, no final de 2010, o fundador Tom O’Keefe deixou a empresa e foi substituído por um grupo de investidores para tentar recuperar a situação financeira do Grupo. Mesmo assim, no ano de 2012 o Grupo não obteve sucesso e foi a falência.

Neste momento um grupo novo de investidores, liderado pelo ator Patrick Dempsey (do seriado Greys Anatomy) decidiu aportar uma boa quantia em dinheiro e voltar a reinvestir na marca.

O ator cobriu a proposta da Starbucks (que também participou do leilão de falência) e com isso reativou a “guerra local das marcas”.

Vamos esperar para ver o resultado, até lá, vindo a Seattle, não deixe de provar um bom café artesanal no Tullys Coffe Seattle.

Atualização - Abr/2019
Eh, não deu mesmo para o Tullys! Seu café artesanal não aguentou a briga com a gigante StarBucks, e, em março de 2018 suas lojas restantes em Seattle fecharam “temporariamente”, por falta de café. Depois de meses de idas e vindas legais o que era “temporário” virou definitivo e suas lojas estão definitivamente fechadas! Que pena! Deixei o post no ar para mantermos viva a memória de um café tão querido em Seattle.
Tullys Coffe Seattle
Tully’s Coffee
101 Nickerson St
Seattle – Aberto até 19hs

 

Tully’s Coffee
925 Seneca St
Seattle – Aberto até 20hs
Tully’s Coffee
3042 NE 45th St
Seattle – Aberto até 18hs

 

Mais lojas Tullys – Localizador de Lojas

Site oficial: Site Oficial Tullys Coffe Seattle

 

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Red Mill Burguers – A Torre de Bacon em Seattle https://visiteseattle.com/red-mill-burguers-seattle/ https://visiteseattle.com/red-mill-burguers-seattle/#respond Mon, 14 Sep 2015 20:29:17 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1070 Red Mill Burguers – Uma aventura com sabor de bacon É claro que você vai encontrar em Seattle todas as principais hamburguerias norte americanas. E olha que não falta opção dentre as grandes redes como [...]

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Red Mill Burguers – Uma aventura com sabor de bacon
Uma das "Red Mill Burguers" espalhadas por Seattle.
Uma das “Red Mill Burguers” espalhadas por Seattle.

É claro que você vai encontrar em Seattle todas as principais hamburguerias norte americanas. E olha que não falta opção dentre as grandes redes como McDonalds, Burguer King, Wendy´s, Jack in the box, Red Robin, e por aí vai.

Mas hoje vamos falar de um “Classic Burguer” ou seja, aquele hamburguer regional, quase feito pelo seu amigo, sem muita medida padrão, mas com aquele gosto especial de algo realmente inesquecível.

A Red Mill Burguers original foi aberta no bairro de Capitol Hill em Seattle e foi inaugurada em 1937. Ela fechou em 1967, após 30 anos de operação e não tinha muito a ver com a hamburgueria no modelo que existe hoje, pois era uma operação de jantar com balcões e sorveteria, mais apropriada para a época da brilhantina. 

Os atuais “Moinhos Vermelhos” foram abertos pela primeira vez no bairro de Phinney Ridge em 1994 e a segunda loja no bairro Interbay em 1998.

Logo no primeiro ano de funcionamento recebeu menção honrosa na categoria de melhor burger do evento “Seattle Weekly”. De lá pra cá vem colecionando prêmios de “melhor hamburguer do ano” ou “melhor hamburguer clássico da cidade” repetidas vezes.

Red Mill Seattle Burguer
Red Mill Seattle Burguer

O nome “Red Mill” foi reutilizado pelos proprietários do novo estabelecimento em homenagem as suas irmãs mais velhas, que trabalham como garçonetes no restaurante original e levavam guloseimas e petiscos para os dois no final da noite!

Após ganhar mais de 10 vezes seguidas o prêmio de “Melhor Hamburguer de Seattle” algumas iguarias foram se destacando e se tornando clássicos na cidade.

Mas nenhuma supera a “Torre de Bacon” que podemos encontrar nas lojas. Mas afinal o que é a Torre?

Todo o bacon utilizado no dia a dia dos restaurantes é preparado especialmente logo cedo e é deixado na grelha pronto para ser utilizado na montagem dos sanduíches. Mas como o volume não é brincadeira, ao chegar cedo, você se depara com uma verdadeira torre de bacon sendo preparada e montada.

Torre de Bacon: Red Mill Burguers

Você pode ver mais detalhes neste vídeo do programa “Sabores da America” feito especialmente sobre o Red Mill Burguers!

Torre de Bacon - Red Mills Burguer
Torre de Bacon – Red Mills Burguer

Você pode se aventurar a provar esta delícia em duas lojas atualmente em Seattle, bom proveito!

Red Mill Burguer em Seattle

Red Mill Phinney Ridge
312 N. 67th.
Telefone: 206-783-6362

Red Mill Interbay
1613 West Dravus
Telefone 206-284-6363

Quinta a Sábado – De 11am to 9pm. Aos Domingos: Meio dia a 8pm – Não abre às Segundas Feiras

Site oficial: Site Oficial Red Mill

Aqui vai uma foto do cardápio, sempre que possível gosto de colocar para você ter uma noção do que vai encontrar e também dos preços!

Red Mill Burguers Menu
Red Mill Burguers Menu

 

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Starbucks Seattle – O início do café no copinho….? https://visiteseattle.com/starbucks-seattle/ https://visiteseattle.com/starbucks-seattle/#comments Tue, 11 Aug 2015 03:05:45 +0000 http://visiteseattle.com/?p=760 Conhecendo a Starbucks Seattle – A primeira Starbucks nasceu aqui! Starbucks Seattle “Original” Pode não parecer, mas é aqui mesmo, em Seattle, que nasceu a primeira Starbucks. Ela, a “Starbucks Seattle Original” não vendia copos de [...]

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Conhecendo a Starbucks Seattle – A primeira Starbucks nasceu aqui!
O famoso copo Starbucks - Starbucks Seattle
O famoso copo Starbucks, normalmente ele vem com seu nome escrito para saber a quem ele pertence! – Starbucks Seattle

Starbucks Seattle “Original”

Pode não parecer, mas é aqui mesmo, em Seattle, que nasceu a primeira Starbucks. Ela, a “Starbucks Seattle Original” não vendia copos de café expresso ou capuccinos. (hum???).

Sim, é isso mesmo, no início, por volta de 1971 foi aberta a primeira loja, no Pike Place Market (mercado em Seattle que é uma das principais atrações da cidade), e ela vendia nada mais que GRÃOS de café torrado.

A lógica era simples: café se faz em casa e não na rua….

O tempo passou e como tudo, a Starbucks evoluiu, e bota evolução nisso. Hoje ela se propõe a ser o “third place” ou seja, o terceiro lugar que as pessoas se reúnem para passar o tempo (somente atrás da casa e trabalho) e se esforça para conseguir isso.

Até então vem conseguindo com sucesso. Seja pela grande variedade de cafés e lanches servidos, seja pela qualidade indiscutível do seu atendimento ou pelos mimos que normalmente você vai encontrar em uma loja Starbucks como acesso a rede WiFi liberado, tomadas para carregamento de celular, cadeiras para descanso (mesmo sem consumir no local, ninguém vai chegar e expulsar você de lá porque parou para dar uma descansada) e até mesmo jornais do dia para leitura.

Porto Seguro

Aí vai uma dica importante para você que está prestes a se aventurar pelo mundo das viagens e passeios legais: sempre que passar por uma Starbucks não se acanhe. É hora de entrar, dar uma recarregada nas baterias, usar o banheiro, carregar a bateria do celular (ele também…), ler algumas notícias do dia, acompanhar a agenda de eventos da cidade e tomar seu café (ou chafé, apelido carinhoso que alguns brasileiros dão para o café ralinho servido em litros nos copos grandes) e comer um bom pedaço de bolo, sempre fofinhos e deliciosos.

Starbucks com xícara de café e um bom pedaço de bolo
Starbucks Seattle: com xícara de café e um bom pedaço de bolo

Aprendendo a fazer o pedido

A primeira vez é sempre interessante: você entra, vai ter uma fila e você pega a fila. O cardápio está fixo lá na parede atrás do balcão e você vê as pessoas na sua frente falando um monte de coisas, o cara atrás do balcão pergunta outras, anota algo no copo e pronto: o cliente paga e vai lá esperar ficar pronto, e ser chamado pelo nome.

E aí chega sua vez e você… bem, você não precisa se preocupar. A coisa é bem organizada assim: existe uma forma um pouco padronizada utilizada na Starbucks, que  foi pensada para uma comunicação eficiente entre empregados e seus clientes enquanto pedem as bebidas ou “marcam os copos”. Segue-se uma ordem para anunciar cada personalização, terminando com o nome da bebida propriamente dita. O “nome” de uma bebida começa com o tamanho da bebida, em seguida a opção de ser fria (iced), se é descafeinada, o número de “shots” de café espresso (quando diferente da receita da bebida), sabores adicionados, o tipo de leite (integral, desnatado, soja ou soja light, além de outros dependendo da loja ou região), e personalizações adicionais (sem espuma, extra-quente) e finalmente o nome da bebida.

Algo assim como: Tamanho > Frio/Quente > Descafeinado > Shots > Sabores/xaropes > Leite > Personalização > Bebida..!

Viu? Simples…

Na dúvida, vai por mim, você, brasileiro ou português, acostumado a tomar seu cafezinho expresso em uma boa confeitaria, seja no Rio, São Paulo ou Lisboa… vai por mim, sua primeira vez vai ser assim: Tall (ou até shot, é o menor), hot, triple shot, no milk, caffe mocha.

Isso aí será a coisa mais parecida com o nosso cafezinho que você vai encontrar. Então, para uma primeira viagem, pode ser seu porto seguro.

Não que o restante do cardápio não seja interessante, pelo contrário! Tem muita coisa legal para experimentar, mas é um conceito de beber café um pouco diferente do nosso jeito de “cafezinho”.

Starbucks Frappuccino: meio litro de café gelado coberto com creme
Starbucks Frappuccino: meio litro de café gelado coberto com creme

Considerando que você vai parar VÁRIAS vezes para banheiro e celular, então terá condição de experimentar várias delícias como o cappuccino, o caramel macchiato e até mesmo o nosso amigo frappuccino. Este em especial refresca qualquer turista que acabou de andar alguns quilômetros fazendo turismo. Veja na foto, são ao menos 500ml de café de qualidade, bem gelado, quase um sorvete, coberto de creme. Beira a irresponsabilidade, mas lembre-se, não precisa tomar o creme todo, só uma parte.!

Mas e a Starbucks Seattle é ou não a primeira mesmo?

Sim, é sim a primeira.

É que esse assunto de café vai desdobrando, e quando vemos já estamos aí no final do post. A primeira Starbucks foi aberta dentro do mercado mesmo, mas depois se mudou para a mesma rua, mas logo em frente. Com o tempo, logo que mudou de dono, ela passou a vender os cafés prontos ao invés do café torrado, hoje ainda vendem também o café torrado em saquinhos além de um monte de brindes, canecas, copos e itens legais da marca.

Vale a pena visitar, embora ela estará lotada. Mas afinal, você não vai vir até Seattle e deixar de conhecer onde tudo começou: um império de mais de 15 mil lojas em todo o mundo, com uma média de 2 novas lojas abertas POR DIA, certo?

Então coloque na sua lista, visitar o Pike Place Market, passear por lá, e quando bater um cansaço ou quando a bateria do celular começar a apitar, é hora de atravessar a rua e tomar seu café. Se for um dia bem quente, arrisque o nosso amigo gelado frappuccino. Mas se não quiser aventurar demais, siga a dica do seu amigo blogueiro. Lembre-se: Tall, hot, triple shot, no milk, caffe mocha“.

Starbucks Seattle Original: a primeira Starbucks do mundo.
Starbucks Seattle Original: a primeira Starbucks do mundo.
  1. Sim, eu deixei a foto para o final. Vai que você via esta foto no início do post, talvez não ia querer ler tudo né…… é a primeira Starbucks e eles fazem questão de manter ela bem no original mesmo.
  2. Sim, eu decorei o jeito de pedir o cafezinho mais “abrasileirado” possível para ir variando. Afinal, depois de anos fazendo turismo com pausas em Starbucks, já rodei o cardápio todo….
  3. Sim, minha primeira vez na Starbucks não foi na Starbucks Seattle. Foi em Madrid, estávamos fazendo turismo a pé a -5 graus (neve, cinco graus negativos, é isso mesmo), e decidimos entrar para beber algo para nos esquentar. E fui me aventurar e pedi o frappuccino (o nome soava legal). Na metade dele eu já nem respirava, estava congelando por dentro….

Para fechar uma foto do cardápio, vai que você decide se aventurar também!

Starbucks Cardapio - Starbucks Seattle
Starbucks Cardapio – Starbucks Seattle

 

Starbucks Seattle

 

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