Arquivos Museus | Visite Seattle https://visiteseattle.com/categorias/o-que-fazer-seattle/museus-seattle/ O mais completo blog sobre Seattle em língua portuguesa Thu, 27 Feb 2020 17:22:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://i0.wp.com/visiteseattle.com/wp-content/uploads/2015/06/site_icon1-558c0c7dv1_site_icon.png?fit=32%2C32&ssl=1 Arquivos Museus | Visite Seattle https://visiteseattle.com/categorias/o-que-fazer-seattle/museus-seattle/ 32 32 99284105 Bem-vindo Museum of Pop Culture (MoPOP), adeus EMP Museum! https://visiteseattle.com/museum-of-pop-culture/ https://visiteseattle.com/museum-of-pop-culture/#respond Mon, 09 Jan 2017 22:10:31 +0000 http://visiteseattle.com/?p=4153 O famoso museu da música de Seattle mudou de nome (mais uma vez)! Desde o dia 19 de novembro de 2016 o museu passou a se chamar Museum of POP Culture (MoPOP). -O EMP Museum [...]

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O famoso museu da música de Seattle mudou de nome (mais uma vez)! Desde o dia 19 de novembro de 2016 o museu passou a se chamar Museum of POP Culture (MoPOP).

-O EMP Museum agora é MoPOP!

Museum of Pop Culture
Museum of Pop Culture

Museum of Pop Culture: 5º batizado do museu da música de Seattle

O EMP Museum, museu fundado pelo multimilionário Paul Allen há 16 anos, mudou de nome pela quinta vez! Primeiro foi batizado como Experience Music Project. Em seguida, virou o acrônimo EMP, depois Experience Music Project e Science Fiction Museum e Hall of Fame (“EMPSFM”), até chegar no quarto batizado como EMP Museum.

Agora, a instituição fundada pelo ex-bilionário da Microsoft Paul Allen em 2000, está se tornando Museum of Pop Culture, ou MoPOP. -Isso mesmo; seu quinto nome em 16 anos!

Segundo seu diretor curador Jasen Emmons, “O novo nome é apenas para recuperar o que já somos“.

Mas por que o nome Museum of Pop Culture?

Simples: para melhor refletir conteúdo e missão do museu!

O nome atual reflete melhor o que se tornou o museu ao longo dos anos e representa melhor a ampliação de suas exposições e conteúdo do programa.

Museum of Pop Culture = Museu da Cultura POP (POP de Popular)

Quem conhece o museu sabe que ele abrange muito mais do que música! -É fato! Além de seu acervo musical, o Museum of Pop Culture abrange ficção científica, fantasia, horror, moda, esportes e videogames. Nada mais justo do que achar um nome mais moderno e adequado.

A mudança já vem sendo pensada a cerca de 1 década (desde que foi acrescida ao museu sua parte de ficção científica), e agora o nome Museum of Pop Culture reflete a totalidade do museu. Segundo seu diretor e CEO, Patty Isacson Sabee, “o nome representa a forma como nós olhamos para o futuro e para onde estamos indo”.

Ainda segundo Sabee, “o MoPOP reflete nossa visão de curar, explorar e apoiar as obras criativas que moldam e inspiram nossas vidas… Enquanto o nome do museu está evoluindo, nossa missão permanece a mesma: trazer genuína experiência humana e perspectiva à cultura pop através de nossas exposições, programas e eventos que convidam a exploração e inspiram a criatividade“.

Mas como fica para os amantes da música?

Não se preocupem! Emmons garante que o MoPOP sempre terá um lugar especial para a música.

Eu particularmente achei o novo nome mais adequado mesmo! Bem mais moderno também! E cá entre nós, muito mais fácil de memorizar e saber do que se trata. O que significa EMP Museum? Já Museum of Pop Culture, bem mais fácil, certo?

Museum of Pop Culture (MoPOP) de Seattle

Museum of Pop Culture (MoPOP)
325 5th Ave N
Seattle, WA 98109
Telefone: 206-770-2700

Horário de funcionamento (referência Janeiro/2017): diariamente, no verão de 10 às 19hs e no inverno de 10 às 17hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Janeiro/2017): ticket básico para um adulto $25. Confirmar no site oficial na data da sua visita. Faz parte do Seattle CityPass.

Site oficial: Site Oficial do Museum of Pop Culture (MoPOP)

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Corrida do Ouro de Klondike: Seattle em busca do ouro? https://visiteseattle.com/corrida-do-ouro-de-klondike/ https://visiteseattle.com/corrida-do-ouro-de-klondike/#respond Sat, 04 Jun 2016 19:17:51 +0000 http://visiteseattle.com/?p=3329 A Corrida do Ouro de Klondike foi uma breve, mas fascinante aventura em busca de ouro na região de Klondike. -Ouro! Ouro! Ouro! Foram os gritos que deram início a essa aventura em Agosto de [...]

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A Corrida do Ouro de Klondike foi uma breve, mas fascinante aventura em busca de ouro na região de Klondike.

-Ouro! Ouro! Ouro! Foram os gritos que deram início a essa aventura em Agosto de 1896!

Corrida do Ouro de Klondike: garimpeiros numa mina de ouro
Corrida do Ouro de Klondike: garimpeiros numa mina de ouro

Você já ouviu falar? Eu não! Pelo menos até estudar um pouco mais sobre Seattle…

E se eu disser que a Corrida do Ouro de Klondike (em inglês Klondike Gold Rush), também é chamada de Corrida do Ouro de Yukon, ou ainda Corrida do Ouro do Alasca e por fim A Última Grande Corrida do Ouro?

Ainda assim é possível que você não conheça, né? Para nós, brasileiros, corrida do ouro mesmo foi a de Serra Pelada no Pará na década de 1980… Aquilo sim, foi o maior garimpo a céu aberto do mundo!!!

Agora, se você é fã do Tio Patinhas, já deve conhecer Klondike, certo? Afinal, quem conhece a saga desse famoso personagem dos gibis sabe que ele foi o Rei de Klondike e fez fortuna garimpando ouro por lá. Não é mesmo?

– Você imaginava que Klondike existisse de verdade, quando lia as revistinhas do Tio Patinhas?

Onde fica Klondike?

Klondike é uma região de Yukon, noroeste do Canadá, a leste da fronteira com o Alasca. É uma região afastada com um clima extremamente severo, muito quente e úmido no curto verão e extremamente frio durante o longo inverno.

Foi lá onde ocorreu a última Corrida do Ouro, entre 1896 e 1899.

Quando o ouro foi descoberto em um afluente do rio Klondike, em 1896, e a notícia se espalhou no ano seguinte, desencadeou uma debandada de aspirantes a garimpeiros! Em sua maioria americanos. Dando início a tão falada Corrida do Ouro de Klondike.

O que foi a Corrida do Ouro de Klondike?

Foi a migração de um número estimado de 100.000 garimpeiros tentando chegar à região de Klondike em busca do sonho de fazer fortuna com o ouro. Dos quais apenas entre 30.000 a 40.000 conseguiram chegar.

Foi uma das maiores corridas do ouro da história!

Uma pena que o sonho durou pouco, e poucos foram os que ficaram ricos de verdade; para a maioria não passou de um sonho.

-A empreitada não era nada fácil!

Chegar na região era bem complicado. O clima hostil, com um inverno extremo, numa região tão afastada não ajudava. É difícil hoje, imagina naquela época! A aventura era feita em etapas, e a principal rota incluía:

  • uma viagem de barco até o Alasca (desembarcando nas cidades de Dyea e Skagway);
  • uma longa caminhada (de uns 50 quilômetros) a pé pelas montanhas geladas; e ainda
  • um trecho em barcos improvisados pelo rio Yukon.

Por causa do ouro, em uma década (1890 a 1900) a população do Alasca praticamente dobrou, passando de 33mil habitantes para 63Mil. Skagway se converteu em seu principal porto e novas cidades surgiram ao longo das rotas para abrigar os garimpeiros, inclusive, a maior delas, Dawson, que começou com 500 pessoas e chegou no auge da corrida com 30.000 habitantes.

Eu achei tão incrível essa história que montei uma galeria de fotos para vocês sentirem a mesma sensação de INCREDULIDADE que tive quando estudei!

Corrida do Ouro de Klondike: rota dos garimpeiros nas montanhas geladas Corrida do Ouro de Klondike: acampamento dos garimpeiros Corrida do Ouro de Klondike: rota dos garimpeiros nas montanhas geladas Corrida do Ouro de Klondike: rota dos garimpeiros nas montanhas geladas

O fim da corrida

A Corrida do ouro de Klondike terminou tão de repente quanto começou. As condições e oportunidades encontradas não eram iguais ao “estardalhaço” da notícia que se espalhou. Os garimpeiros foram em busca de “novo ouro” no próprio Alasca…

Cidades como Dawson e Skagway sentiram a derrocada e outras (como Dyea) desapareceram completamente, deixando apenas a lembrança de uma grande aventura do século 19.

Hoje, a região de Klondike não produz ouro, mas atrai milhares de turistas, que movimentam a economia local. Dawson é o paraíso dos fotógrafos! E turista é o que não falta por lá.

Curiosidade sobre filme
A Corrida do Ouro de Klondike foi imortalizada por fotografias, livros e filmes. Tem até série de TV sobre ela. Inclusive filme lançado menos de 30 anos depois do fim da aventura; Charles Chaplin estrelou o filme The Gold Rush. Com duas versões, uma de 1925 e outra de 1942, o filme reúne algumas das cenas antológicas do cinema. No filme, o vagabundo Carlitos vai tentar a sorte em Klondike, durante a “febre do ouro” em 1898. Foi o filme preferido de Chaplin e o que deu mais popularidade a ele.
Manchete de jornal da época em Seattle
Manchete de jornal da época em Seattle

Onde Seattle entra nessa história?

Seattle faz parte dessa história! E como faz! Você vai entender…

Se eu disser que:

1. OURO! OURO! OURO! eram as manchetes de jornal na época

2. Os EUA estavam no auge de uma recessão financeira

3. Seattle é considerada a porta de entrada para o Alasca

Já dá para imaginar o que aconteceu em Seattle, certo?

Com a chegada nos portos americanos de navios trazendo ouro de Klondike em 1897, os jornais começaram a publicar notícias sobre a descoberta do ouro. Um verdadeiro estardalhaço, inflamando os sonhos de riqueza fácil! Uma onda de histeria nacional tomou lugar, e muitas pessoas abandonaram tudo rumo a Klondike.

Multidão no Seattle Waterfront a espera do navio PORTLAND que vinha carregado com ouro de Klondike em 1897 (foto de O. T. Frasch, original dos arquivos de S.P.H.S.)
Multidão no Seattle Waterfront a espera do navio PORTLAND que vinha carregado com ouro de Klondike em 1897 (foto O. T. Frasch, original dos arquivos da S.P.H.S.)
Navio Queen no Seattle Waterfront: garimpeiros embarcando para Klondike, 1898 (foto do arquivo do MOHAI)
Navio Queen no Seattle Waterfront: garimpeiros embarcando para Klondike, 1898 (foto do arquivo do MOHAI)

Para Seattle e outras cidades portuárias do Pacífico, de onde embarcaram navios e mais navios rumo ao Alasca, o problema tomou uma proporção enorme.

Especialmente para Seattle! A cidade ficou sem mão-de-obra… Todos partiram para o norte; até mesmo o prefeito se mandou! -Inacreditável, não é?

Sem falar que, como parte da rota de tal corrida, muita gente passou por aqui e Seattle desenvolveu toda uma publicidadecomércio em torno desse evento, tão forte que os jornais da época chamaram o fenômeno de “Klondicitis“!

Na ocasião a pequena vila de Seattle vivia da indústria da madeira e estava mergulhando numa profunda crise. Com o novo comércio a cidade experimentou uma explosão econômica que definiu seus novos rumos.

Enfim, uma parte tão importante da história da cidade e a tantos desconhecida! Eu mesma só fiquei sabendo depois de algum tempo… Depois de algumas visitas por lá.

Klondike Gold Rush National Historical Park

Klondike Gold Rush National Historical Park é um parque histórico nacional dedicado à Corrida do Ouro de Klondike da década de 1890, aberto para a visitação pública. Faz parte da lista oficial de lugares de importância histórica nacional, considerados dignos de preservação pelos EUA (National Register of Historic Places).

Ele homenageia a bravura dos garimpeiros que se aventuraram, protegendo suas trilhas, rotas, cidades e prédios históricos da época.

O Klondike Gold Rush National Historical Park possui quatro unidades, três delas em Skagway no Alasca e a quarta no distrito histórico do Pioneer Square em Seattle. Embora as minas de ouro ficassem em Yukon, o parque compreende áreas que fazem parte das rotas que levavam até lá.

Seattle tem sua parcela importante dessa história…

O Museu de Seattle

O Centro de Visitantes em Seattle funciona como MUSEU e preserva a história da corrida para os campos de ouro de Yukon e o papel fundamental de Seattle nessa corrida.

Abriu em 1979, originalmente no prédio Union Trust Annex (construído em 1902) na Main Street, do outro lado do Occidental Park. Mas desde 2006 funciona no edifício do Hotel Cadillac (construído em 1889) na Second Avenue, importante ponto de armamento e saída durante a debandada da corrida do ouro. A entrada do museu fica bem na esquina.

Prédio do Hotel Cadillac onde fica o Klondike Gold Rush National Historical Park de Seattle
Prédio do Hotel Cadillac onde fica o Klondike Gold Rush National Historical Park de Seattle

Acho uma excelente opção de passeio em Seattle. Além de gratuito, conta uma parte importante da história da cidade que muitas pessoas desconhecem.

-É quase um tesouro escondido!

O museu pequeno, mas autêntico, narra histórias de viagens e lutas de pessoas dispostas a arriscar a vida atrás do sonho de ficar rico.

A visita é curta (cerca de 1 hora), mas leva você de volta no tempo, numa viagem rápida rumo à Corrida do Ouro de Klondike!

Klondike Gold Rush National Historical Park em Seattle

Klondike Gold Rush National Historical Park – Seattle Unit
319 Second Ave S
Seattle, WA 98104
Telefone: 206-220-4240

Horário de funcionamento (referência Junho/2016): diariamente de 10 às 17hs (no verão abre às 9hs). Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos (referência Junho/2016): Gratuito. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Klondike Gold Rush National Historical Park – Seattle Unit

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Chihuly Garden and Glass: o vidro como arte! https://visiteseattle.com/chihuly-garden-and-glass/ https://visiteseattle.com/chihuly-garden-and-glass/#respond Thu, 26 Nov 2015 18:17:31 +0000 http://visiteseattle.com/?p=2277 Chihuly Garden and Glass é uma exposição de longa duração sobre o trabalho em vidro do artista Dale Chihuly. Exibe uma coleção significante e abrangente de sua obra. -E que coleção maravilhosa! Para quem gosta [...]

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Chihuly Garden and Glass é uma exposição de longa duração sobre o trabalho em vidro do artista Dale Chihuly. Exibe uma coleção significante e abrangente de sua obra.

-E que coleção maravilhosa!

Chihuly Garden and Glass em Seattle
Chihuly Garden and Glass em Seattle

Para quem gosta de arte e de fotografia este é o lugar certo!

Chihuly Garden and Glass no Seattle Center
Chihuly Garden and Glass no Seattle Center

-Que lugar favorável para belíssimas fotos. Parece que foi feito para isso.

A exposição Chihuly Garden and Glass fica no Seattle Center, bem abaixo do Space Needle.

Não é à toa! Desde a Expo 62 Seattle (Feira Mundial de Seattle em 1962) o Space Needle é um lembrete importante dos sonhos da época e uma lembrança do quão importante foi essa feira para a cidade. Quando surgiu a oportunidade de renovar o Seattle Center, a família Wright (gestora do Space Needle) convidou o artista local Dale Chihuly para apresentar ali a sua obra.

A ideia era celebrar a arte criativa local e inspirar os visitantes a se envolverem com a comunidade cultural da região.

-Eis assim então que, em 2012, foi inaugurada no Seattle Center a exposição de longo prazo, Chihuly Garden and Glass!

O artista Dale Chihuly

Dale Chihuly nasceu em Tacoma no estado de Washington, bem ao lado da cidade de Seattle, no ano de 1941. Foi introduzido ao vidro quando estudava design de interiores na Universidade de Washington e conheceu a técnica Glassblowing durante a época em que trabalhou numa fábrica de vidro em Veneza. Suas obras são consideradas únicas nessa técnica.

Glassblowing (“sopro de vidro”) = Consiste em “inflar” as formas de vidro como bolhas com a ajuda de um maçarico ou tubo de sopro.

Ele foi co-fundador no Pilchuck Chihuly Glass School no estado de Washington e, com este centro de vidro internacional, foi vanguarda no desenvolvimento de vidro como arte.

Sua história e carreira com o vidro é extensa. Chihuly já recebeu vários prêmios por suas esculturas de vidro e seu trabalho está em mais de 200 coleções de museus no mundo. Já fez exposições bastante conhecidas mundialmente e, além das coleções permanentes, suas obras podem ser encontradas em galerias de arte e até em duas lojas de varejo.

A exposição Chihuly Garden and Glass

A exposição inclui oito galerias, a estufa central (Glasshouse) e um jardim exuberante. As esculturas de vidro estão por toda parte, dando um colorido maravilhoso ao local.

Chihuly Garden and Glass : Glasshouse
Chihuly Garden and Glass : Glasshouse

A peça central da Chihuly Garden and Glass é a estufa, Glasshouse, uma câmara de vidro e aço com 12 metros de altura e quase 420 metros quadrados de área. A estufa abriga uma escultura de centenas de elementos de vidro numa paleta de cores de vermelhos, laranjas, amarelos e âmbar, formando o que parece ser um arranjo de flores. A estrutura reflete a luz de formas diferentes entre a luz do dia e da noite e é uma das maiores esculturas suspensas de Chihuly.

–Belíssima escultura! Aqui as fotos ficam fantásticas; dá até para pegar o Space Needle no alto!

As oito galerias mostram uma coleção abrangente e significativa do trabalho de Dale Chihuly. São salas mais escuras com iluminação direcionada para as peças, o que faz um efeito lindo na exposição. Peças de tudo quanto é cor e forma.

Gosto muito da galeria que tem uma escultura com vários elementos que parecem simular um jardim, e acho particularmente belas as peças inspiradas no fundo do mar (por nascer numa cidade cercada por água, o trabalho de Chihuly é bastante influenciado por esse tema).

As obras mostram muito bem como o artista extrapola todos os limites do vidro como um meio de fazer arte. -Muito legal e diferente!

Na exposição externa do jardim, Garden, você segue por um caminho entre plantas naturais e esculturas de vidro coloridas que se alternam. Como é lindo e agradável para passear! Aqui, quatro esculturas monumentais principais dão o tom da exposição, e bem no centro da exuberante paisagem, tem o Sol do jardim, numa explosão de amarelo e laranja. –Maravilhoso e imponente!!!

Chihuly Garden and Glass : Galerias Chihuly Garden and Glass: Jardim
Chihuly Garden and Glass
Chihuly Garden and Glass – The Sun

Eu acho essa exposição fantástica! Ela só tem um inconveniente: acho o ingresso um pouco “salgado” para uma atração que você vai gastar entre uma e duas horas de visita, no máximo.

Em compensação, fica no Seattle Center; você pode visitá-la no mesmo dia em que for ver as outras atrações do parque. Eles têm até um pacote Chihuly Garden and Glass + Space Needle , onde você economiza um pouco nos dois ingressos, cerca de $8.

Ah, outra coisa. Reparou como falei mais de uma vez sobre as belas fotos que dá para conseguir por aqui? É que as fotografias e vídeos são permitidos. Muito bom caminhar pela exposição e fazer lindas fotos! (Eu e minha mania de foto!!! Vocês vão reparar que sempre falo de fotos em outros posts…)

Chihuly Garden and Glass é uma atração para toda família!

Chihuly Garden and Glass em Seattle

Chihuly Garden and Glass
305 Harrison Street
Seattle, WA 98109
Telefone: 206-753-4940

Horário de funcionamento (referência Novembro/2015): de domingo a quinta de 11 às 18hs, sexta e sábado de 11 às 19hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Novembro/2015): adulto normal $22 e pacote com o Space Needle $36. Confirmar no site oficial na data da sua visita. Faz parte do Seattle CityPass.

Site oficial: Site Oficial do Chihuly Garden and Glass

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Pacific Science Center em Seattle: 50 anos dedicados a ciência! https://visiteseattle.com/pacific-science-center/ https://visiteseattle.com/pacific-science-center/#respond Wed, 25 Nov 2015 17:54:20 +0000 http://visiteseattle.com/?p=2247 O Pacific Science Center é um museu de ciências em Seattle, com exposições interativas que despertam o interesse pela ciência, matemática e tecnologia. Foi o primeiro museu dos Estados Unidos fundado para ser um centro [...]

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O Pacific Science Center é um museu de ciências em Seattle, com exposições interativas que despertam o interesse pela ciência, matemática e tecnologia. Foi o primeiro museu dos Estados Unidos fundado para ser um centro de ciências e tecnologia.

– Já são mais de 50 anos dedicados à ciência!

É um bom passeio para família, principalmente para as crianças que ficam fascinadas com as atrações.

Para mim não é nada espetacular, acho até que o museu precisa de alguma reforma, mas se tiver tempo vale a pena conhecer. Até porque ele fica no Seattle Center; você pode aproveitar o dia no complexo turístico e conhecer mais essa atração.

-Se estiver com criança, aí sim, é um passeio imperdível!

Pacific Science Center: uma pitada de ciência e tecnologia no Seattle Center!

O Pacific Science Center fica localizado no Seattle Center e, como todo o complexo do parque, foi construído para receber a Expo 62 Seattle (Feira mundial de 1962 também conhecida como Exposição do século XXI).

Foi o pavilhão de ciências dos Estados Unidos durante a feira (U.S. Science Pavilion), e somente depois dela virou o Pacific Science Center e se transformou no atual centro de ciências e tecnologia. Hoje é uma instituição independente sem fins lucrativos que tem muitos programas educativos que alcançam mais de 1 milhão de pessoas por ano em todo o estado, dentro das comunidades, salas de aula e em suas próprias instalações.

O complexo do Pacific Science Center foi projetado por Minoru Yamasaki, mesmo arquiteto do World Trade Center em New York City. É bem fácil identifica-lo no parque; fica logo abaixo dos arcos góticos maravilhosos, marca registrada do Yamasaki, que dão um toque de beleza ao parque.

Pacific Science Center em Seattle
Pacific Science Center em Seattle

O que encontrar no Pacific Science Center?

O Pacific Science Center é composto por oito construções que abrigam exposições permanentes e itinerantes, além de duas salas de cinema IMAX, um teatro em cúpula com show de laser e um planetário. Tudo com muita interatividade para os visitantes.

Complexo do Pacific Science Center no Seattle Center
Complexo do Pacific Science Center no Seattle Center (fonte: ParentMap)

Destaques das exposições permanentes

Tem muita coisa para ver aqui. Tem exposição dedicada aos dinossauros, uma exposição sobre insetos, uma com animais vivos (répteis, anfíbios e mamíferos), outra exposição sobre como funciona seu corpo, como funciona um motor elétrico, o que faz um giroscópio e muito mais.

Para mim, os destaques são:

Pacific Science Center em Seattle: Wellbody Academy of Health & Wellness
Pacific Science Center em Seattle: Wellbody Academy of Health & Wellness (fonte: Lightswitch Architectural)
  • Professor Wellbody’s Academy of Health & Wellness: atividades interativas vão mostrando que o equilíbrio entre exercício, dieta, descanso adequado e higiene te levam a uma vida saudável, e como nossas escolhas pessoais afetam nossa saúde e bem-estar. Uma atividade interativa bem legal daqui é o software auto envelhecimento que simula sua aparência no futuro.
  • Tropical Butterfly House: o viveiro com borboletas exóticas vivendo entre flores tropicais.
Pacific Science Center em Seattle: canhões de água na exposição externa
Pacific Science Center em Seattle: canhões de água na exposição externa
  • Outdoor Exhibits: logo na entrada do museu tem uma área bem agradável com umas piscinas e fontes de água e algumas atividades interativas como brincar com canhões de água, andar na roda que gira na água, um passeio de bicicleta a 4,5 metros de altura em um trilho de 2,5 centímetros de largura! (algumas delas funcionam conforme o tempo).
  • Sonic Bloom: também na área externa uma instalação de arte movida a energia solar. São 5 flores de 10 metros de altura do artista Dan Corson, equipadas com painéis solares que alimentam sua iluminação. As pétalas brilham com a luz do sol durante o dia e acendem durante noite. A obra é uma maneira do Pacific Science Center trazer a ciência da sustentabilidade para a comunidade. Acessível 24 horas por dia sem necessidade de ingresso.
Pacific Science Center em Seattle: Sonic Bloom
Pacific Science Center em Seattle: Sonic Bloom

As exposições itinerantes

Essas você tem que dar uma olhada no calendário antes da visita. O Pacific Science Center tem oferecido sempre boa rotatividade de exposições itinerantes muito legais.

Eu vi uma sobre o Titanic (Titanic: a Mostra de Artefatos) bem interessante. E já soube de outras notáveis como por exemplo:

  • China: 7.000 Anos de Descoberta
  • Descobrindo os Manuscritos do Mar Morto
  • Harry Potter A Exposição
  • Star Wars: Onde Ciência encontra a Imaginação
  • Spy: O mundo secreto de espionagem
  • Pompéia: A Exibição

O planetário (Willard Smith Planetarium)

No planetário você viaja através do sistema solar e com as missões da NASA pelo espaço. Veja calendário das exibições na ocasião de sua visita. As sessões requerem um valor adicional ao ingresso para as exposições.

A cúpula com show de laser (Laser Dome)

Com 24 metros de diâmetro é o maior teatro em cúpula de laser no mundo. Você vê imagens num espectro de cores e efeitos de laser projetadas ao vivo por artistas do mundo todo, numa fusão de 15.000 watts de som digital. Os ingressos são independentes da entrada nas exposições do museu.

Salas de cinema IMAX do Pacific Science Center

Eu particularmente já fui algumas vezes assistir aos filmes em exibição no IMAX do Pacific Science Center. É um programa legal para qualquer idade; um cinema de melhor qualidade visual.

“IMAX motion picture film format = formato de filme com capacidade de gravar e exibir imagens de muito maior tamanho e resolução do que os sistemas convencionais de cinema.”

Os ingressos são independentes da entrada nas exposições do museu.

Pacific Science Center em Seattle

Pacific Science Center
200 Second Avenue North
Seattle, WA 98109
Telefone: 206-443-2001

Horário de funcionamento (referência Novembro/2015): segunda a sexta de 10 às 17hs, sábados, domingos e feriados de 10 às 18hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Novembro/2015): adulto $19,75 (exposições somente). Confirmar no site oficial na data da sua visita. Faz parte do Seattle CityPass.

Site oficial: Site oficial do Pacific Science Center

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Museu de Arte Asiática de Seattle https://visiteseattle.com/museu-de-arte-asiatica-de-seattle/ https://visiteseattle.com/museu-de-arte-asiatica-de-seattle/#respond Tue, 27 Oct 2015 18:11:54 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1789 Museu de Arte Asiática de Seattle é o Museu de Arte de Seattle? Isso mesmo! O Museu de Arte Asiática de Seattle faz parte do Museu de Arte de Seattle, o Seattle Art Museum – [...]

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Museu de Arte Asiática de Seattle é o Museu de Arte de Seattle?

Isso mesmo! O Museu de Arte Asiática de Seattle faz parte do Museu de Arte de Seattle, o Seattle Art Museum – SAM. Mas essa parte dedicada somente a cultura asiática fica numa instalação diferente da principal no centro da cidade.

Museu de Arte Asiática de Seattle
Museu de Arte Asiática de Seattle

O Seattle Asian Art Museum – SAAM fica no Volunteer Park no Bairro de Capitol Hill; onde, inclusive, nasceu o Seattle Art Museum – SAM em 1933, antes de mudar sua coleção principal para o centro.

Com a mudança da coleção principal para o centro da cidade em 1991 o museu do Volunteer Park fechou, foi renovado e reaberto em 1994, agora como Museu de Arte Asiática de Seattle.

Eu conto um pouco dessa história no post sobre o Museu de Arte de Seattle. Vocês podem ver lá que o SAM na realidade mantém as três unidades:

Vamos falar um pouco nesse post sobre a instalação do museu que mantém a coleção de renome de arte asiática, o Museu de Arte Asiática de Seattle do Volunteer Park.

A Art Déco do Museu de Arte Asiática de Seattle

O prédio do museu asiático em si já é uma atração. Seu design e arquitetura chamam atenção.

-Você começa a se deliciar com a visita já do lado de fora do museu!!!

O museu está instalado no edifício original do SAM de estilo Art Déco projetado por Carl F. Gould e construção datada de 1933. É uma bela construção!!!

Museu de Arte Asiática de Seattle
Museu de Arte Asiática de Seattle

-Mas o que é Art Déco?

Art Déco é um estilo artístico internacional de caráter decorativo que surgiu na Europa na década de 1920 e atingiu os Estados Unidos e outros países do mundo na década de 1930. É um estilo de arte moderna que esteve presente na arquitetura, design de interiores, desenho industrial, artes visuais, artes gráficas, pintura, cinema, moda e decoração. O termo vem do francês (Arts Décoratifs).

Na arquitetura, o art déco faz uso intenso de ornamentação, com motivos, em grande parte, geométricos ou com elementos de povos pré-colombianos como os maias. Destaca-se o uso do concreto armado, das esculturas com forma de animais, o uso dos tons de rosa e a geometrização das formas.

Obras de Arte do Museu de Arte Asiática de Seattle
Obras de Arte do Museu de Arte Asiática de Seattle

Acervo do Museu de Arte Asiática de Seattle

O acervo do museu começou com arte chinesa e japonesa e hoje inclui também obras da Índia, Coréia, Himalaia, Filipinas, Vietnã e outros países do Sudeste Asiático. Sua coleção inclui milhares de pinturas, esculturas, cerâmicas e têxteis que representam a cultura desses povos.

O museu não é grande e a visita segue numa sequência de salas pequenas que se intercalam com salas grandes, criando um ambiente favorável para a exploração da arte.

Além de sua coleção permanente, não deixe de conferir no site oficial a exposição temporária em andamento por ocasião de sua visita.

Obras de Arte do Museu de Arte Asiática de Seattle
Obras de Arte do Museu de Arte Asiática de Seattle

-Eu gosto muito desse museu!!!

Sem falar que ele fica bem no centro do Volunteer Park, um parque belíssimo e agradável para passear.

Aproveite a visita ao Museu de Arte Asiática de Seattle e não deixe de conhecer o restante do Volunteer Park!!! Tem muita coisa para ver por lá. Vale a pena.

 

 

Escultura Black Sun de Isamu Noguchi no Volunteer Park, em frente ao Museu de Arte Asiática de Seattle
Escultura Black Sun de Isamu Noguchi no Volunteer Park, em frente ao Museu de Arte Asiática de Seattle
Museu de Arte Asiática de Seattle

Seattle Asian Art Museum
Volunteer Park
1400 East Prospect Street, Seattle, WA 98112
Telefone: 206-654-3100

Horário de funcionamento (referência Outubro/2015): de quarta a domingo de 10 às 17hs (quintas até 21hs). Fechado segundas e terças.. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Outubro/2015): adulto $9. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Seattle Art Museum

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Museu de Arte de Seattle: um encontro entre culturas! https://visiteseattle.com/museu-de-arte-de-seattle/ https://visiteseattle.com/museu-de-arte-de-seattle/#respond Mon, 26 Oct 2015 19:28:51 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1737 O Museu de Arte de Seattle ou Seattle Art Museum, também conhecido como SAM, é um passeio muito legal de fazer. O museu não é grande, mas seu acervo tem uma diversidade bem interessante que [...]

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O Museu de Arte de Seattle ou Seattle Art Museum, também conhecido como SAM, é um passeio muito legal de fazer. O museu não é grande, mas seu acervo tem uma diversidade bem interessante que junta arte de vários cantos do mundo.

Museu de Arte de Seattle - Seattle Art Museum - SAM
Museu de Arte de Seattle – Seattle Art Museum – SAM

Ótima pedida para quem gosta de cultura, mas não quer perder horas e horas num museu. Para mim, tem o tamanho ideal!!!

Eu particularmente não tenho muito ânimo de ficar horas e horas dentro de um museu. Eu até que gosto de museu, mas não aguento andar muito tempo seguido por galerias intermináveis…

-Mas é claro que isso é uma opinião pessoal minha!

Pode até parecer atestado de aculturada, né? Mas vai, me dá um desconto… Eu não falei que não gosto de museu, falei que não tenho muito ânimo de passar horas e horas seguidas conhecendo um!!!

Um pouco da história do Museu de Arte de Seattle

O Museu de Arte de Seattle foi construído a partir da doação de $250.000 do presidente da Sociedade de Belas Artes de Seattle, Richard E. Fuller, e sua mãe. Inicialmente no Volunteer Park em Capitol Hill foi aberto ao público em 1933 com uma coleção de 1.926 obras de arte, boa parte delas da coleção pessoal de arte japonesa e chinesa de Fuller.

Em 1991 o museu foi transferido para o centro da cidade numa construção desenhada por Robert Venturi e Denise Scott Brown.

Museu de Arte de Seattle - Seattle Art Museum - SAM
Museu de Arte de Seattle – Seattle Art Museum – SAM

Em 1994 a instalação do Volunteer Park foi reaberta, agora como Museu de Arte Asiática de Seattle.

Algum tempo depois surge a ideia de um parque de esculturas na zona portuária de Seattle para aumentar o acervo do museu, e em 2007 é inaugurado o Olympic Sculpture Park, maior espaço verde do centro de Seattle, com obras de arte moderna e contemporânea impressionantes.

Também em 2007 o museu do centro da cidade passou por obras de expansão que dobrou o seu espaço público e de exposição. A expansão projetada por Brad Cloepfil tem a fachada de aço inoxidável que faz um contraste com a da construção original em pedra calcária.

Expansão do Museu de Arte de Seattle no centro da cidade
Expansão do Museu de Arte de Seattle no centro da cidade

Assim, o Museu de Arte de Seattle, o SAM, na realidade mantém três unidades:

No site oficial do museu eles definem que: “nossas três instalações distintas celebram a posição da região como uma encruzilhada onde Oriente encontra o Ocidente, o urbano encontra o natural e o local satisfaz o global. Nossas coleções, instalações, exposições especiais e programas têm arte de todo o mundo e constroem pontes entre as culturas e os séculos.”

Ao longo dos anos o museu foi adquirindo obras de arte de vários lugares (Índia, Japão, China, Europa, África, Estados Unidos, etc) e expandiu sua coleção inicial de 1.926 peças para cerca de 24.000 atualmente.

Nesse post comecei a falar da unidade principal no centro da cidade, e vou continuar falando dela a partir daqui.

O que encontrar no Museu de Arte de Seattle?

Logo no início do post falei da diversidade das obras de arte que tem esse museu.

E é isso mesmo! Aqui você vai encontrar arte de várias etnias; africana, egípcia, europeia, mediterrânea, islâmica, americana… arte sacra, arte indígena… arte antiga, arte moderna e contemporânea… pinturas, esculturas, máscaras africanas, louças antigas, peças indígenas, peças de vidro, de mármore, de porcelana, de madeira… obras grandes e pequenas.

Enfim, uma diversidade interessante!

Uma das galerias mais especiais do museu é a dos nativos indígenas americanos e uma coleção excepcional é a de arte aborígene australiana!

Isso sem falar nas exposições temporárias.

Museu de Arte de Seattle: máscaras africanas Museu de Arte de Seattle: obra O homem e o rato de Katharina Fritsch
Museu de Arte de Seattle: galeria de arte nativa americana
Museu de Arte de Seattle: galeria de arte nativa americana

O que significa o homem martelando em frente ao museu?

Museu de Arte de Seattle: Hammering Man
Museu de Arte de Seattle: Hammering Man

Bem em frente ao museu, tem uma escultura gigante de um homem dando marteladas. O mais interessante? -A escultura tem movimento… Isso mesmo! É a escultura Hammering Man!

Hammering Man é “uma série de esculturas cinéticas monumentais projetados por Jonathan Borofsky que foram instalados em várias cidades ao redor do mundo”.

A escultura representa e homenageia o homem trabalhador; é a sociedade reverenciando o trabalhador. A silhueta preta é feita de aço e tem quase 15 metros de altura. O braço com o martelo é motorizado e se move suavemente para cima e para baixo quatro vezes por minuto. E tem mais; ele descansa durante à noite e todo ano no dia do trabalho!!!

-E o que é escultura cinética, ou melhor, arte cinética?

Arte cinética: “é a arte que contém movimento perceptível pelo espectador ou que depende de movimento para o seu efeito.” Resumindo; é a obra de arte que se movimenta!!!

Inopportune: Stage One (2004) de Cai Guo-Qiang

Também merece destaque aqui a arte moderna do artista chinês Cai Guo-Qiang que fica no hall de entrada do museu.

É uma escultura de carros perfurados por tubos de luz, pendurados no teto, formando uma instalação que simula a explosão de um carro-bomba.

Segundo o artista, desde o 11 de setembro a ideia de terrorismo está sempre em nossas mentes. E quão “inoportuna” é essa lembrança! Por isso a ideia de fazer uma instalação que é bela e fascinante, mas que também representa a imagem do carro-bomba fora de moda ou inapropriada ou “inoportuna”.

Museu de Arte de Seattle: Inopportune: Stage One (2004) de Cai Guo-Qiang
Museu de Arte de Seattle: Inopportune: Stage One (2004) de Cai Guo-Qiang
Atualização - Jan/2016
A arte moderna Inopportune: Stage One (2004) de Cai Guo-Qiang foi retirada do SAM em Jan/2016 num evento ao som de jazz com o intuito de dizer adeus a essa bela escultura.
Museu de Arte de Seattle

Seattle Art Museum
1300 1st Ave, Seattle, WA 98101
Telefone: 206-654-3100

Horário de funcionamento (referência Outubro/2015): de quarta a domingo de 10 às 17hs (quintas até 21hs). Fechado segundas e terças. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Outubro/2015): adulto $19,95. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Seattle Art Museum

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Museu do Voo em Seattle – The Museum of Flight https://visiteseattle.com/museu-do-voo-em-seattle/ https://visiteseattle.com/museu-do-voo-em-seattle/#comments Mon, 14 Sep 2015 15:03:28 +0000 http://visiteseattle.com/?p=1014 Museu do Voo em Seattle, Museu da Boeing, Museu da aviação em Seattle, é tudo a mesma coisa; trata-se do The Museum of Flight de Seattle. É o maior museu aeroespacial privado do mundo e conta [...]

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Museu do Voo em Seattle, Museu da Boeing, Museu da aviação em Seattle, é tudo a mesma coisa; trata-se do The Museum of Flight de Seattle.

É o maior museu aeroespacial privado do mundo e conta a história da aviação e da exploração espacial através de sua coleção de mais de 150 aeronaves e veículos espaciais históricos e milhares de objetos relacionados ao tema.

Mais do que isso; conta a história da gigante Boeing em Seattle e sua revolução na aviação comercial e militar (veja nosso post sobre os Aviões da Boeing).

Não podia ser diferente; afinal, foi aqui em Seattle que a maior fabricante de aviões do mundo começou e onde ainda hoje está sua maior fábrica (Boeing Everett Factory).

Se você é uma pessoa que gosta de aviação vai adorar esse lugar. Até para quem não entende muito do tema – que é o meu caso – é um programa imperdível.

– Não deixe de conferir o Museu do Voo em Seattle!

Agora, se você é um fanático por aviões, além desse museu, não pode perder de forma alguma o tour guiado na fábrica da Boeing em Seattle, a maior fábrica de aviões no mundo, que fica em Everett, região metropolitana de Seattle, a uns 40km ao norte do centro.

O que faz ser “único” o Museu do voo em Seattle?

Existem muitos museus sobre aviação pelo mundo, mas este aqui é especial. Para mim, ele é único porque abriga nada mais nada menos do que o primeiro avião presidencial a jato dos Estados Unidos.

– Isso mesmo: o primeiro Air Force One a jato!

Museu do Voo em Seattle - Air Force One
Museu do Voo em Seattle – Air Force One

É um Boeing VC-137B (707-120) que foi usado entre 1959 e 1996. Até 1962 serviu aos presidentes Eisenhower, Kennedy, Johnson e Nixon.

Depois disso foi substituído por um mais moderno, um Boeing VC-137C, mas continuou transportando vice-presidentes, chefes de estado e convidados até 1996, quando foi aposentado.

– E o melhor de tudo: você pode visitar o interior desse Air Force One!

Vai conhecer desde sua cabine de comando até o banheiro do presidente, passando pela mesa de comunicação e radar, pelo escritório do salão oval, pela sala de reuniões, mesa da secretária e cozinha. Ainda pode ver objetos como o telefone presidencial e a máquina de xerox.

– É muito doido caminhar em seus corredores e imaginar que este avião presenciou muitas decisões e fatos históricos!

Outras atrações do Museu do voo em Seattle

Tem muita coisa para se ver por aqui. Se eu fosse relatar tudo que vi o post ficaria enorme… e um pouco enfadonho!!! Daria preguiça de ler! Por isso, tentei selecionar as coisas mais interessantes.

Salão em forma de hangar

Logo de cara, no primeiro salão em forma de hangar tem uma exposição com uma grande quantidade de aeronaves da história, algumas penduradas no teto, inclusive. Duas em especial me chamaram logo a atenção:

  • Uma réplica do que foi o avião dos irmãos Wright em 1903.
  • E a atração que para mim é a mais impressionante do hangar; o lendário SR-71 da família Blackbird que era capaz de atingir a velocidade do som e altitudes acima de 85.000 pés. O Blackbird é até hoje o jato tripulado mais rápido já pilotado na história.

Também vai encontrar por lá simuladores de voo e uma torre de controle onde você vai poder testar suas habilidades de pilotagem.

Museu do Voo em Seattle - Air Force One
Museu do Voo em Seattle – Flyer 1 dos Irmãos Wright
Museu do Voo em Seattle - BlackBird
Museu do Voo em Seattle – BlackBird
Museu do Voo em Seattle - Concorde
Museu do Voo em Seattle – Concorde

Pátio externo

No pátio externo, ao lado do Air Force One que já comentei acima, tem um avião Concorde original da British AirWays, onde você também pode visitar o interior.

Galpão vermelho de madeira

O galpão vermelho de madeira, construído em 1909, onde a Boeing começou e produziu suas primeiras aeronaves entre 1916 e 1958. Esse é bem interessante. Os objetos expostos contam a história dessa gigante empresa de aviação.

Aviação militar na 1a e 2a guerras mundiais
Aviação militar na 1a e 2a guerras mundiais

Você vai ver maquinários antigos usados na construção dos primeiros aviões, peças de aeronaves antigas, o primeiro malote usado no correio aéreo dos EUA para fora (usado na rota entre Seattle e Vancouver no Canadá) e o escritório do William Boeing, fundador da empresa.

Ala sobre aviação militar

A ala sobre a aviação militar na primeira e segunda guerras mundiais tem expostas diversas aeronaves restauradas usadas nas duas grandes guerras, uniformes militares e outros objetos, e uma série de relatos de ex pilotos que contam histórias da época das duas maiores guerras que o mundo já viveu.

Carro lunar da operação Apollo
Carro lunar da operação Apollo

Ala espacial

Por fim, a ala espacial do Museu também é bem interessante e merece ser visitada. Conta a evolução da exploração espacial através da exposição de objetos como um módulo de comando da Apollo (CM-007) e o carro lunar que a operação Apollo usou na lua durante as expedições realizadas pela Nasa no século 20.

Quem inventou o avião?

Afinal quem inventou o avião? Santos Dumont ou os irmãos Wright?

Bom, aí depende de quem responde. Se for um americano com certeza a resposta é: os irmãos Wright. Sendo um brasileiro, é certo que é: Alberto Santos Dumont. E como brasileira que sou…

– É claro que quem inventou o avião foi o Santos Dumont, afinal aprendemos na escola que ele é o pai da aviação!

Estou levantando essa questão pertinente aqui por causa de uma queixa que tenho do Museu do Voo em Seattle. Isso mesmo, tenho uma queixa a fazer de lá!

– Vocês acreditam que não bastasse atribuírem a invenção do avião aos irmãos Wright, o museu não fala nada sobre Santos Dumont???

Pois é! Na realidade, essa é uma questão bem controvérsia que até hoje gera calorosas discussões.

Santos Dumont X irmãos Wright

Em 1906 na França o brasileiro Santos Dumont conseguiu fazer uma máquina mais pesada do que o ar voar a partir do solo diante de uma comissão científica do Aeroclube da França, jornalistas e um público de curiosos. Era o voo do 14 Bis!

Mas atravessando o Atlântico, em Ohio nos EUA, os irmãos Orville e Wilbur Wright alegavam já haver conseguido essa façanha desde 1903 com o Flyer 1.

As controvérsias surgem porque seus experimentos foram feitos praticamente sem testemunhas, apenas alguns amigos íntimos e imprensa local, e não foram devidamente registrados.

Eu particularmente concordo com alguns pesquisadores que alegam que a dúvida é muito mais uma questão sobre a definição de um avião do que qualquer outra coisa! O que é um avião?

Sabe-se que o Flyer 1, precisava de trilhos e de uma catapulta para ser impulsionado ao voo, não mantendo sua sustentação por muito tempo. Era praticamente um planador com motor.

Já o 14 Bis tinha trem de pouso e decolava e pousava por meios próprios, o que para o Aeroclube da França era um requisito necessário para ser um avião.

-E aí? Quem inventou o avião?

Como chegar

O museu fica a uns 12 quilômetros ao sul do centro da cidade, e de ônibus você chega em cerca de 35 minutos usando a rota 124 da Metro.

Museu do Voo em Seattle

The Museum of Flight
9404 E Marginal Way S
Seattle, WA 98108
Telefone: 206-764-5720

Horário de funcionamento (referência Setembro/2015): diariamente das 10:00 as 17:00hs. O pátio externo (Airpark) abre somente entre Abril e Setembro. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Setembro/2015): adulto $20. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Site oficial: Site Oficial The Museum of Flight

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EMP Museum: o interativo museu da música de Seattle! https://visiteseattle.com/emp-museum/ https://visiteseattle.com/emp-museum/#respond Tue, 18 Aug 2015 20:20:13 +0000 http://visiteseattle.com/?p=814 O EMP Museum, ou museu da música de Seattle, tem suas raízes no rock ‘n’ roll e resgata muito da história musical do noroeste americano das últimas décadas. É um espaço maravilhoso dedicado à música, mas também [...]

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O EMP Museum, ou museu da música de Seattle, tem suas raízes no rock ‘n’ roll e resgata muito da história musical do noroeste americano das últimas décadas. É um espaço maravilhoso dedicado à música, mas também ao mundo do cinema e da ficção científica. Tudo com muita interatividade para envolver o visitante. Foi criado para você experimentar!

EMP Museum - o Museu da Música de Seattle
EMP Museum – o Museu da Música de Seattle (Fonte: Wikipedia)

Você gosta de experimentar coisas novas?

-Então embarque nessa aventura MUSICAL e da FICÇÃO CIENTÍFICA!!!

O que é o EMP Museum?

EMP Museum = Experience Music Project Museum.

Sua definição oficial, a que está no site oficial, é que o EMP Museum é um museu de vanguarda, sem fins lucrativos, dedicado à cultura popular contemporânea!

Para mim, sua melhor definição é: o EMP é um espaço criativo que faz o visitante viajar na história da música e do cinema através das experiências interativas que lhe oferece!

Já em sua inauguração no ano de 2000, o Paul Allen, seu fundador e co-fundador da Microsoft, quebrou uma réplica de vidro de uma guitarra Fender Stratocaster e soltou uma frase que resumiu essa abordagem única do museu: “Vamos começar a experiência”.

O EMP Museum fica localizado no campus do Seattle Center. Para mim, é de longe a atração mais diferenciada do complexo de entretenimento. Ao lado do Space Needle, compõe o que há de melhor para conhecer por lá.

Sua arquitetura até hoje, mais de 15 anos depois, gera controvérsia; algumas pessoas acham-na horrível, outras maravilhosa! O projeto foi de Frank Gehry, o mesmo projetista do Museu Guggenheim de Bilbao na Espanha. Sua obra singular sempre foi radical; não ia ser diferente aqui. Uma guitarra destruída, em homenagem ao rock ‘n’ roll e estilo rebelde de Jimi Hendrix, foi a inspiração.

O prédio representa os blocos de guitarras quebradas! Reparem nas cores metálicas! Além disso, nunca tem a mesma forma quando vista de ângulos diferentes.

Prédio do EMP Museum
Prédio do EMP Museum (Fonte: Wikipedia)

Como engenheira que sou, adoro construções diferentes. Para mim, essa aqui é fantástica! A experiência singular do visitante começa antes mesmo de entrar no prédio.

Pensa bem: um museu criado para ser instigante não podia ser uma caixa quadrada, certo?

EMP Museum e a música

Não vou mentir, essa parte dedicada à música é a parte do museu que eu mais gosto! Além de contar a história de bandas como Nirvana e músicos como Jimi Hendrix, você pode colocar a mão na massa e tocar instrumentos musicais de verdade! E ainda sair com um CD gravado de recordação!

-Lembra que falei da interatividade? Pois é, aqui você experimenta de verdade!

Se tiver tempo durante sua visita a Seattle, reserve um dia inteiro para o museu da música de Seattle. Se for amante da música então… Vale a pena!

IF VI WAS IXO: o furacão de guitarras? O que é isso?

Logo no hall principal de entrada tem uma escultura enorme, de cerca de dois andares de altura, formada por instrumentos musicais de verdade, guitarras em sua maioria. Tem a forma semelhante ao olho de um furacão! Parece mesmo um furacão de guitarras!

Com mais de 500 instrumentos musicais e 30 computadores, a escultura do som é equipada com fones de ouvido que permitem que o visitante ouça as várias permutações musicais realizadas pela escultura.

Parece que foi feita para te remeter a um pensamento logo de cara: “vou mesmo viajar pelo mundo da música!”.

Escultura do som - EMP Museum
Escultura do som – EMP Museum
Sky Church - EMP Museum
Sky Church – EMP Museum

Sky Church: o “estado da arte” de som e iluminação

Bem no coração do EMP Museum, ainda no andar principal, você vai se deparar com a sala Sky Church; uma sala de concertos com capacidade para até 800 convidados onde são feitos os eventos no museu. É um espaço para recepção, mostra de cinema, shows e festas. O que impressiona por aqui é a iluminação de qualidade e o telão de LED HD gigantesco, o maior que eu já vi, acho até que um dos maiores indoor do mundo!

O nome da sala foi dado em homenagem ao Jimi Hendrix que usava o termo para se referir a um lugar onde as pessoas de todas as idades e culturas se reuniam para celebrar as experiências musicais.

Pedaços da guitarra quebrada do Jimi Hendrix
Pedaços da guitarra quebrada do Jimi Hendrix

Acervo musical do EMP Museum

O EMP Museum tem a maior coleção do mundo de objetos raros das bandas e músicos mais famosos de Seattle: o Nirvana, e seu vocalista Kurt Cobain, e o Jimi Hendrix. São letras escritas à mão, instrumentos musicais, objetos pessoais, roupas e fotografias originais. Centenas de objetos dispostos em salas escuras com iluminação direcionada e com fones de ouvido onde você pode ouvir a história da música contada através de cada objeto.

O laboratório do som (Sound Lab)

Gente, essa aqui é uma das melhores atrações!!! É um Laboratório de Som interativo. São vários instrumentos de verdade para você se arriscar e experimentar. Guitarra, bateria, baixo, órgão, mesa de som para DJ! Tem uns estúdios onde você pode tocar com seus amigos com privacidade e até um estúdio onde você pode gravar um CD das músicas que tocou!

Sound Lab - EMP Museum
Sound Lab – EMP Museum

-Não falei que temos muita interatividade por aqui!!!

Sempre que vou no EMP Museum me arrisco nesse laboratório de som. Já experimentei tudo por aqui, mas confesso que não é bem a minha praia. Sou um verdadeiro desastre com a música, mas…

– Por que não tentar?

Já o meu marido é amante da música, toca violão e se arrisca bem em outros instrumentos! Tem a música como um hobby.

– Daí você pode imaginar como ele gosta desse lugar!

Toda vez que vamos ao EMP Museum é uma luta para tirá-lo de lá!!!

On Stage: o palco

Isso mesmo! O visitante do EMP Museum ainda pode se apresentar em um palco para o público. Finalize seu roteiro musical no EMP Museum experimentando o On Stage. Escolha uma das músicas disponíveis e faça uma performance no palco que será assistida pelos visitantes do museu através de um circuito de TV.

-Por que não experimentar?

Vá em frente e experimente mais essa aventura!

EMP Museum e a ficção científica?

Robô R2D2 da série de filmes Star Wars
Robô R2D2 da série de filmes Star Wars

Nem só de música vive o EMP Museum! Para quem gosta de filmes de terror e ficção científica aqui também é um bom lugar para visitar. Você vai poder ver de pertinho objetos usados em grandes filmes e séries e conhecer histórias de suas trilhas sonoras.

Você deve estar se perguntando:

– Mas não é o museu da música de Seattle?

Sim! É isso mesmo. Ele também tem o seu pedacinho dedicado ao cinema!

Conhecido anteriormente como Experience Music Project, Science Fiction Museum e Hall of Fame (EMP|SFM), hoje é o EMP Museum.

Na parte dedicada ao cinema, ele vai te levar numa viagem pelo mundo da fantasia, entrando nos filmes através de seus objetos.

A cadeira de comando do Capitão Kirk de Star Trek, o robô B9 de Perdidos no Espaço, o modelo da Estrela da Morte, o robô R2D2, o mestre Yoda e o saibro de luz do Star Wars, o ursinho do filme A.I. – Inteligência Artificial, a fantasia do Superman no filme Superman IV: The Quest for Peace, a história da trilha sonora dos filmes O Exorcista e Halloween, e muito mais.

– É a estória dos filmes sendo contada através de seus objetos e trilhas sonoras.

Exposições temporárias

Além de seu acervo próprio, já passaram por aqui muitas exposições legais! Para saber as exposições atuais, dê uma olhada na programação pelo site oficial do EMP Museum.

Vale a pena também dar uma conferida nas lojinhas de souvenires que tem por lá!

Não é de surpreender que uma iniciativa como o EMP Museum esteja em Seattle; afinal, uma cidade com histórico musical tão rico não poderia ser diferente! Conheça um pouco mais da história da música daqui em nossos posts da Música em Seattle e do Grunge em Seattle.

Atualização - Jan/2017
O EMP Museum mudou de nome! No dia 19 de novembro de 2016 passou a se chamar oficialmente Museum of Pop Culture (MoPOP).
EMP Museum

EMP Museum
325 5th Ave N
Seattle, WA 98109
Telefone: 206-770-2700

Horário de funcionamento (referência Agosto/2015): diariamente, no verão de 10 às 19hs e no inverno de 10 às 17hs. Confirmar no site oficial na data da sua visita.

Ingressos na bilheteria do museu ou no site oficial (referência Agosto/2015): ticket básico para um adulto $22. Confirmar no site oficial na data da sua visita. Faz parte do Seattle CityPass.

Site oficial: Site Oficial do EMP Museum

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